Missão Nova Visão ♫ Web Rádio Católica

quinta-feira, 11 de julho de 2019


Em 1964 Paulo VI declarava são Bento padroeiro principal da Europa, tributando desse modo justo reconhecimento ao santo a quem a civilização europeia deve muito. Quatro anos antes do seu nascimento, que foi em Nórcia, pelo ano de 480, o bárbaro rei dos hérulos matou o último imperador romano, fechou definitivamente o capítulo do domínio de Roma: a sobrevivência da cultura romana só foi possível através do empenho religioso e cultural dos monges. Com são Bento abre-se precisamente o glorioso capítulo da vida monástica ocidental.

Homem amante das coisas concretas e claras, Bento resumia sua Regra num lema eficaz: Ora e trabalha, restituindo à ascese cristã o caráter de contemplação e ação, conforme o espírito e a letra do Evangelho. O verdadeiro monge devia ser – assim se lê no segundo capítulo da Regra: “Não soberbo, não violento, não comilão, não dorminhoco, não preguiçoso, não murmurador, não detrator, mas casto, manso, zeloso, humilde, obediente”. Como nos informa o livro II dos Diálogos de são Gregório Magno, Bento, jovem patrício da família Anícia, enviado a Roma para que aprendesse retórica e filosofia, desiludido da vida que aí se vivia, abandonou a cidade para retirar-se em Enfide (hoje Affile), dedicando-se ao estudo numa vida de rigorosa disciplina ascética. Não satisfeito com aquela relativa solidão, aos vinte anos, sob a guia de piedoso ermitão, escondeu-se numa espelunca do Subiaco.

Três anos de meditações e penitências. Depois, a breve estada entre os monges de Vicovaro, que o elegeram prior e depois tentaram desfazer-se dele, envenenando-lhe a bebida, pois estavam descontentes com a disciplina que Ihes havia imposto. Com um grupo de jovens entre os quais Plácido e Mauro, emigrou para Nápoles, escolhendo sua morada no sopé da Montanha de Cassino, onde edificou o primeiro mosteiro, fechado dos quatro lados, como uma fortaleza e aberto à luz do alto como uma grande vasilha que recebe do céu a benéfica seiva para depois despejá-la no mundo. O emblema monástico, a cruz e o arado, tomou-se a expressão deste novo modo de conceber a ascese cristã – oração e trabalho -, para edificar espiritual e materialmente a nova sociedade, sobre as ruínas do mundo romano. Bento, precedido no túmulo pela irmã santa Escolástica, previu o dia da sua morte, ocorrida provavelmente em 547.

Oração da Medalha de São Bento em Português

A Cruz Sagrada seja a minha luz,
não seja o dragão o meu guia.
Retira-te, satanás!
Nunca me aconselhes coisas vãs.
É mau o que tu me ofereces,
bebe tu mesmo os teus venenos!

Oração da Medalha de São Bento em Latim

Crux Sancti Patris Benedicti!
Crux Sacra Sit Mihi Lux!
Non Draco Sit Mihi Lux!
Vade Retro Satana!
Non Suade Mihi Vana!
Sunt Mala Quae Libas!
Ipse Venea Bibas!

Fonte:  www.rs21.com.br



sábado, 6 de julho de 2019

Venha participar com toda Família desta noite de Louvor e Adoração !

Nos encontramos lá !




sexta-feira, 24 de maio de 2019

Hoje é celebrada Nossa Senhora Auxiliadora, que nos sustenta em tempos difíceis




“No céu, ficaremos gratamente surpreendidos ao conhecer tudo o que Maria Auxiliadora fez por nós na terra”, disse São João Bosco, grande propagador do amor a esta devoção mariana que se faz presente na Igreja e nas famílias cristãs nos momentos difíceis desde os tempos antigos.

Os cristãos dos primeiros séculos chamavam Virgem Maria com o nome de Auxiliadora. Tanto que os dois títulos lidos nos monumentos antigos do oriente são: Mãe de Deus (Theotokos) e Auxiliadora (Boetéia).
Santos como São João Crisóstomo, São Sabas e São Sofrônio a nomeavam também com esta advocação, sendo São João Damasceno o primeiro a propagar a jaculatória: “Maria Auxiliadora, rogai por nós”.
“Ó Maria, és poderosa Auxiliadora dos pobres, valente Auxiliadora contra os inimigos da fé. Auxiliadora dos exércitos para que defendam a pátria. Auxiliadora dos governantes para que nos alcancem o bem-estar. Auxiliadora do povo humilde que necessita de tua ajuda”, proclamou tempos depois São Germano.
No século XVI, o Papa São Pio V, grande devoto da Mãe de Deus, após a vitória do exército cristão sobre os muçulmanos na batalha de Lepanto, ordenou que fosse invocada Maria Auxiliadora nas ladainhas.
Na época de Napoleão, o Papa Pio VII estava preso por este imperador e o Pontífice prometeu que, se ficasse livre, decretaria uma nova festa mariana na Igreja. Napoleão caiu, o Santo Padre retornou triunfalmente a sua sede pontifícia em 24 de maio de 1814 e decretou que todos os dias 24 desse mês seria realizada em Roma a Festa de Maria Auxiliadora.
No ano seguinte, nasceu São João Bosco, a quem a Virgem apareceu em sonhos pedindo que lhe construísse um templo com o título de Auxiliadora. Foi assim que o santo iniciou dois monumentos: o físico que é a Basílica de Maria Auxiliadora de Turin e o “vivo” formado pelas Filhas de Maria Auxiliadora.
São João Bosco assegurava a seis jovens que ele e muitos fiéis obtinham grandes favores do céu com a novena de Nossa Senhora Auxiliadora e a jaculatória dada por São João Damasceno.
“Confiai tudo a Jesus eucarístico e a Maria Auxiliadora e vereis o que são milagres”, afirmava São João Bosco.
Oração à Nossa Senhora Auxiliadora
Ó Maria, Virgem poderosa,
Tu, grande e ilustre defensora da Igreja,
Tu, auxílio maravilhoso dos cristãos,
Tu, terrível como exército ordenado em batalha,
Tu, que só destruíste toda heresia em todo o mundo:
nas nossas angústias, nas nossas lutas, nas nossas aflições, defende-nos do inimigo;
e na hora da morte, acolhe a nossa alma no paraíso.
Amém.

Fonte: www.acidigital.com



quarta-feira, 22 de maio de 2019


A fim de aproveitar ao máximo os grandes frutos espirituais que se recebe na Missa é necessário participar da celebração com reverência.
A seguir, confira 12 regras de ouro ou conselhos práticos que servem para aproveitar a Missa e participar, ativa e reverentemente, na Eucaristia.
 
1. Não use o celular: Você não precisa dele para falar com Deus
Os celulares nunca devem ser usados na Missa para fazer ligações ou enviar mensagens de texto. É possível atender um telefonema de emergência, mas do lado de fora do templo. Por outro lado, é possível usar o telefone para leituras espirituais ou orações, embora seja necessário ser discreto.
 
2. Fazer jejum antes da Celebração Eucarística
Consiste em deixar de comer qualquer alimento ou tomar algo, pelo menos uma hora antes da Sagrada Comunhão, com exceção da água e dos remédios.
Os doentes podem comungar embora tenham tomado algo neste período antes da Missa. O objetivo do jejum é ajudar na preparação para receber Jesus na Eucaristia.
 
3. Não comer nem beber na Igreja
As exceções seriam: uma bebida para crianças pequenas ou leite para os bebês, água para o sacerdote ou para as pessoas do coral (com discrição) e para os doentes.
Levar um aperitivo à igreja não é apropriado, porque o templo é um lugar de oração e de reflexão.
 
4. Não mascar chiclete
Ao fazer isso, rompe-se o jejum, ocorre uma distração, está sendo indelicado em um ambiente formal e não ajuda na oração.
 
5. Não usar chapéu
É falta de educação usar um chapéu dentro de uma Igreja. Embora esta seja uma norma cultural, deve ser cumprida. Assim como tiramos o chapéu quando se faz um juramento, assim se deve fazer na Igreja como um sinal de respeito.
 
6. Fazer o sinal da cruz com água benta ao entrar e sair do templo
Esta é uma forma de recordar o Batismo, sacramento pelo qual renascemos para a vida divina e nos tornamos filhos de Deus e membros da Igreja. É necessário estar plenamente consciente do que acontece ao fazer o sinal da cruz e se deve fazer pronunciando alguma oração.
 
7. Vestir-se com modéstia
Os católicos são convidados a participar da Eucaristia vestidos adequadamente, pois, se normalmente se vestem bem para ir a uma festa ou a algum outro tipo de compromisso, não há razão para não fazer a mesma coisa na Missa.
 
8. Chegar alguns minutos antes do início da Missa
Se por algum motivo não consegue chegar a tempo, é recomendável sentar-se na parte de trás para não incomodar as outras pessoas. Chegar à Missa cedo permite rezar e se preparar melhor para receber Cristo.
 
9. Ajoelhar-se diante do Sacrário ao entrar e sair do templo
Ao permitir que o nosso joelho toque o chão, reconhecemos que Cristo é Deus. Se alguém é fisicamente incapaz de se ajoelhar, então, fazer um gesto de reverência é suficiente. Durante a Missa, se passamos diante do altar ou do tabernáculo, devemos inclinar a cabeça com reverência.
 
10. Permanecer em silêncio durante a celebração
Ao ingressar no templo, deve-se guardar silêncio. Se tiver algo para falar, faça de forma silenciosa e breve. Lembre-se de que manter uma conversa pode incomodar alguém que está rezando.
Se tiver uma criança ou um bebê, pode se sentar perto de uma saída para qualquer contratempo.
Recorde que não há razão para sentir vergonha por ter que acalmar o controlar seu filho, dentro ou fora da igreja. Ensine-os a se comportar, especialmente com seu próprio exemplo.
 
11. Inclinar-se ao receber a Comunhão
Se diante de você está Deus, então pode mostrar respeito inclinando a cabeça como reverência. Se desejar, pode fazer uma genuflexão. Esta é uma prática antiga que continua até os dias de hoje.
 
12. Espere que a Missa termine
Devemos permanecer na Missa até a bênção final. Lembre-se de que um dos mandamentos da Igreja é participar da Missa nos domingos e festa de guarda.
É um bom hábito, embora não seja obrigatório, oferecer uma oração de ação de graças depois da celebração.
Finalmente, a saída deve ser em silêncio para não incomodar as outras pessoas que desejam permanecer no templo rezando.

Fonte: www.acidigital.com


domingo, 17 de março de 2019



Catequese do Papa Francisco

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Iniciamos hoje uma nova série de catequeses, que dirigirá o olhar para o “coração” da Igreja, isso é, a Eucaristia. É fundamental para nós cristãos compreender bem o valor e o significado da Santa Missa, para viver sempre mais plenamente a nossa relação com Deus.
Não podemos esquecer o grande número de cristãos que, no mundo inteiro, em dois mil anos de história, resistiram até a morte para defender a Eucaristia; e quantos, ainda hoje, arriscam a vida para participar da Missa dominical. No ano 304, durante as perseguições de Diocleciano, um grupo de cristãos, do norte da África, foram surpreendidos enquanto celebravam a Missa em uma casa e foram presos. O pró cônsul romano, no interrogatório, perguntou a eles porque o fizeram, sabendo que era absolutamente proibido. E eles responderam: “Sem o domingo não podemos viver”, que queria dizer: se não podemos celebrar a Eucaristia, não podemos viver, a nossa vida cristã morreria.
De fato, Jesus disse aos seus discípulos: “Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6,53-54)
Aqueles cristãos do norte da África foram assassinados porque celebravam a Eucaristia. Deixaram o testemunho que se pode renunciar à vida terrena pela Eucaristia, porque essa nos dá a vida eterna, tornando-nos partícipes da vitória de Cristo sobre a morte. Um testemunho que nos interpela a todos e pede uma resposta sobre o que significa para cada um de nós participar do Sacrifício da Missa e nos aproximarmos da Mesa do Senhor. Estamos procurando aquela fonte que “traz água viva” para a vida eterna? Que faz da nossa vida um sacrifício espiritual de louvor e de agradecimento e faz de nós um só corpo com Cristo? Este é o sentido mais profundo da santa Eucaristia, que significa “agradecimento”: agradecimento a Deus Pai, Filho e Espírito Santo que nos envolve e nos transforma na sua comunhão de amor.
Nas próximas catequeses, gostaria de dar resposta a algumas perguntas importantes sobre Eucaristia e a Missa, para redescobrir, ou descobrir, como através deste mistério da fé resplandece o amor de Deus.
O Concílio Vaticano II foi fortemente animado pelo desejo de conduzir os cristãos para compreender a grandeza da fé e a beleza do encontro com Cristo. Por esse motivo, era necessário, antes de tudo, atuar, com a guia do Espírito Santo, uma adequada renovação da Liturgia, porque a Igreja continuamente vive dessa e se renova graças a essa.
Um tema central que os padres conciliares sublinharam é a formação litúrgica dos fiéis, indispensável para uma verdadeira renovação. E é justamente essa também a finalidade desse ciclo de catequeses que hoje começamos: crescer no conhecimento do grande dom de Deus que nos doou na Eucaristia.
A Eucaristia é um acontecimento maravilhoso no qual Jesus Cristo, nossa vida, se faz presente. Participar da Missa “é viver uma outra vez a paixão e a morte redentora do Senhor. É uma teofania: o Senhor se faz presente sobre o altar para ser oferecido ao Pai pela salvação do mundo” (Homilia na Santa Missa, Casa Santa Marta, 10 de fevereiro de 2014). O Senhor está ali conosco, presente. Tantas vezes nós vamos ali, olhamos as coisas, conversamos entre nós enquanto o sacerdote celebra a Eucaristia…e não celebramos próximo a Ele. Mas é o Senhor! Se hoje viesse aqui o presidente da República ou qualquer pessoa muito importante do mundo, é certo que todos estaríamos próximo a ele, que gostaríamos de saudá-lo. Mas pense: quando você vai à Missa, ali está o Senhor! E você está distraído. É o Senhor! Devemos pensar nisso. “Padre, é que as missas são chatas” – “Mas, o que você diz, o Senhor é chato?” – “Não, não, a Missa não, os padres” – “Ah, que se convertam os padres, mas é o Senhor que está ali!”. Entendido? Não esqueçam isso. “Participar da Missa é viver uma outra vez a paixão e a morte redentora do Senhor”.
Vamos tentar agora colocar algumas perguntas simples. Por exemplo, porque se faz o sinal da cruz e o ato penitencial no início da Missa? E aqui gostaria de fazer outro parêntese. Vocês viram como as crianças fazem o sinal da cruz? Você não sabe o que fazem, se é o sinal da cruz ou um desenho. Fazem assim [faz um gesto confuso] . É preciso ensinar as crianças a fazer bem o sinal da cruz. Assim começa a Missa, assim começa a vida, assim começa o dia. Isso quer dizer que nós somos redimidos com a cruz do Senhor. Olhem as crianças e as ensinem a fazer bem o sinal da cruz. E aquelas Leituras, na Missa, porque estão ali? Por que se leem aos domingos três Leituras e nos outros dias duas? Por que estão ali, o que significa a Leitura da Missa? Por que se leem e o que tem a ver? Ou até mesmo, por que em certo ponto o sacerdote que preside a celebração diz: “Corações ao alto”? Não diz: “Celulares ao alto para tirar a foto!”. Não, é uma coisa feia! E eu digo a vocês que me dá tanta tristeza quando celebro aqui na Praça ou na Basílica e vejo tantos telefones levantados, não só dos fiéis, mas também de alguns padres e também bispos. Mas por favor! A Missa não é um espetáculo: é ir ao encontro da paixão e da ressurreição do Senhor. Por isso o sacerdote diz: “Corações ao alto”. O que quer dizer isso? Lembrem-se: nada de telefones.
É muito importante voltar ao fundamento, redescobrir aquilo que é essencial, através daquilo que se toca e se vê na celebração dos Sacramentos. A pergunta do apóstolo São Tomé (cfr Jo 20,25), de poder ver e tocar as feridas dos pregos no corpo de Jesus é o desejo de poder, de algum modo, “tocar” Deus para acreditar Nele. Isso que São Tomás pede ao Senhor é aquilo de que nós precisamos: vê-Lo, e tocá-Lo para poder reconhecê-Lo. Os Sacramentos vêm ao encontro dessa exigência humana. Os Sacramentos, e a celebração eucarística de modo particular, são os sinais do amor de Deus e as vias privilegiadas para nos encontrarmos com Ele.
Assim, através dessas catequeses que hoje começamos, gostaria de redescobrir junto com vocês a beleza que se esconde na celebração eucarística e que, uma vez revelada, dá sentido pleno à vida de cada um. Nossa Senhora nos acompanhe nessa nova etapa do caminho. Obrigado.

CATEQUESE – Praça São Pedro – Vaticano – Quarta-feira, 8 de novembro de 2017
Boletim da Santa Sé
Tradução livre: Jéssica Marçal (Canção Nova


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