Missão Nova Visão ♫ Web Rádio Católica

segunda-feira, 23 de abril de 2018


O mês de abril foi selecionado para, todos os anos, celebrar o mês de conscientização da população para a Prevenção da Cegueira – diagnóstico, tratamento precoce e reabilitação. E o chamamos de abril marrom. Esse nome vem se consolidando no calendário de temáticas de saúde para a conscientização sobre o problema. O ‘Abril Marrom’ é um alerta para a prevenção de doenças que causam cegueira.
A cegueira atinge, atualmente, cerca de 1,2 milhão de pessoas no Brasil. Cerca de 60% das doenças oculares que causam cegueiras são tratáveis. Se a pessoa tivesse chance de um diagnóstico e um tratamento precoce, ela poderia não estar cega. E também cerca de 85% da nossa comunicação com o mundo exterior se dá através dos olhos. Eles são um patrimônio muito precioso, mas não são tratados com a devida atenção. Isso precisa mudar.
Considerando que 80% dos casos de cegueira são evitáveis e/ou tratáveis, significa que quase 700 mil brasileiros cegos poderiam estar enxergando caso tivessem sido tratados a tempo. Essas ocorrências poderiam ser evitadas se a população consultasse um oftalmologista pelo menos uma vez ao ano.
As doenças caminham silenciosamente e as pessoas só procuram o médico quando já perderam parte da visão. Neste momento, o problema já está em estado avançado e os tratamentos nem sempre recuperam a visão. A população precisa ficar alerta e ter interesse em se cuidar. É preciso procurar o oftalmologista para fazer exames e detectar possíveis doenças. Diabéticos, crianças, adultos acima de 40 anos e idosos acima de 60 anos devem ter ainda maior atenção aos cuidados com a visão. Ter informações a respeito das doenças que podem levar à cegueira é o primeiro passo para a população adotar medidas preventivas.
Dentre algumas das doenças que podem levar à cegueira, algumas são bastante frequentes no cotidiano da população, mas bastante negligenciadas devido à falta de conhecimento sobre as suas consequências em longo prazo. As doenças mais comuns que podem causar cegueira são:

Catarata

Doença caracterizada pela perda de transparência (opacidade) do cristalino (lente localizada atrás da íris), a catarata pode ser classificada como secundária ou senil. A catarata secundária pode estar relacionada a inúmeros fatores, tanto oculares quanto problemas sistêmicos; a catarata senil ocorre devido ao envelhecimento natural do cristalino. Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 85% das cataratas são classificadas como senis, com maior acometimento na população acima de 50 anos.
Por se tratar de uma doença progressiva, somente a facectomia, cirurgia de substituição do cristalino, gera resultados efetivos e definitivos para a recuperação da visão.
Ao notar qualquer sinal de embaçamento na visão, dificuldade para dirigir à noite por conta do brilho dos faróis, visão com feixes de luz e sensação de melhora da visão ao aproximar os objetos, com piora logo em seguida, é necessário buscar ajuda do oftalmologista.

Retinopatia Diabética

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, a doença atinge mais de 15 milhões de brasileiros. Se não for tratada corretamente, pode interferir diretamente na função dos vasos sanguíneos que levam sangue e oxigênio para as células da retina, desencadeando a retinopatia diabética, com evolução para a cegueira.
Trata-se de uma doença assintomática no início. Porém, em estágio avançado, surgem alterações visuais súbitas e indolores. Para não ter de chegar a este estágio, é importante que os portadores de diabetes visitem regularmente o oftalmologista para realizar o mapeamento de retina, além de manter o diabetes sob controle.
O tratamento para retinopatia diabética, junto com o controle do diabetes, impede sua evolução, tornando o diagnóstico precoce fundamental para impedir a perda de visão. É composto por medicamentos ou procedimentos cirúrgicos. A terapia mais recente e inovadora no momento é a aplicação injetável intravítreo de dexametasona, recentemente incluída no ROL da ANS.

Glaucoma

Essa doença desafia a medicina e é a principal causa de perda irreversível da visão. E isto se deve ao fato de o glaucoma ser silencioso. Quando surgem os primeiros sinais, o risco de o paciente ter importante perda da visão é iminente e definitivo.
Resumidamente, a doença surge quando o nervo óptico (uma espécie de fio telefônico com mais de um milhão de fibras) começa a apresentar danos. A informação deixa de percorrer de forma correta o trajeto entre o olho e o cérebro. De maneira gradual, lenta e imperceptível, surgem “pontos cegos”, que só serão percebidos depois de um dano considerável. Quando todo o nervo é destruído, ocorre a cegueira, que é caracterizada por danos no nervo ótico que podem levar à perda total de visão devido ao aumento da pressão intraocular (PIO). Como o nervo ótico é o responsável por levar as informações que vemos ao cérebro, qualquer dano nessa região pode interferir na qualidade da visão.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 1 a 2% da população acima de 40 anos é portadora de algum tipo de glaucoma, que causa cegueira irreversível.
Campanhas informativas como a do Abril Marrom são importantes para a promoção de conhecimento da população para que ela entenda a importância da consulta anual ao médico. A regularidade nas consultas é o modo de prevenção mais efetivo, bem como o compromisso com o tratamento quando uma doença é diagnosticada.


domingo, 22 de abril de 2018

1 – Rafqa em Himlaya (1832-1859)
A Santa Rafqa nasceu a 29 de Junho de 1832 em Himlaya, uma das vilas do Metn do norte, perto de Bikfaya.
Era a filha única de Saber El-Choboq El Rayess e Rafqa Gemayel. A 7 de julho de 1832, foi batizada e chamada de Boutroussieh. Os seus pais  ensinaram-na a amar a Deus e a rezar diariamente. Na idade de sete anos, sofreu a primeira grande perda com a morte da sua mãe.
Em 1843, o seu pai passou por dificuldades financeiras e enviou-a a trabalho como criada por 4 anos em Damasco na casa de Assaad Al-Badawi, de nacionalidade libanesa. Rafqa tornou-se uma jovem bonita, pura, meiga, simpática, engraçada e com uma voz serena. Em 1847, ela voltou à casa  encontrando o pai que se tinha voltado a casar. A sua nova esposa queria que Rafqa casasse com o seu irmão.Desenvolveu-se um conflito quando a sua tia também tentou arranjar um casamento entre o seu filho e Rafqa.
Assim Rafqa pediu a Deus por ajuda e para clarificar os seus pensamentos. Deste modo, a sua decisão, de dedicar a sua vida a Jesus Cristo e a tornar-se uma freira foi para ela uma grande alegria.
2 – Rafqa na Congregação das Mariamettes (1859-1871)
Naquele tempo, Rafqa sentiu- se atraída pela vida religiosa e assim pediu a Deus para que lhe ajudasse a alcançar o seu desejo. Decidiu ir para o Convento da Nossa Senhora da Libertação em Bikfaya. Lá, ela juntou-se ás Mariamettes, fundada pelo Padre Joseph Gemayel.
Quando entrou para o convento, sentiu-se profundamente alegre e feliz. Um olhar para o ícone de Nossa Senhora da Libertação foi o suficiente para confirmar a voz de Deus que lhe disse para entrar na vida religiosa: “Vais tornar-te numa freira”. A Madre Superiora aceitou Rafqa sem a questionar, então ela entrou no convento. Depois disso, ela recusou -se a voltar para casa  com o seu pai e a mulher, quando eles vieram tentar desencorajá-la a se tornar freira.
Após um período de postulado, Rafqa vestiu o manto de noviça  relacionado com a congregação na festa de São José, a 19 de Março de 1861. Uma ano depois e na mesma data, ela pronunciou os votos temporários.
Foi para o Seminário de Ghazir onde ficou a cargo do serviço da cozinha. Entre os seminaristas estavam Elias Howayek, que mais tarde se tornou Patriarca e Boutros El-Zoghbi, que mais tarde se tornou Arcebispo.
Rafqa estudou árabe, caligrafia e aritmética no seu tempo livre e também ajudou jovens  aspirantes a juntar-se à sua congregação.
Em 1860, Rafqa foi enviada a Deir El Qamar para ensinar catecismo. Lá, ela testemunhou os conflitos sangrentos que ocorreram no Líbano durante aquele período. Numa ocasião, ela arriscou a sua própria vida escondendo uma criança sob um manto e salvando-a da morte.
Após um ano em Deir El Qamar, Rafqa regressou a Ghazir. Em 1863, foi enviada para ensinar numa escola da sua congregação em Byblos. Um ano mais tarde, foi transferida para a vila de Maad. Lá, com outra freira, ela passou sete anos estabelecendo uma nova escola para meninas, isto foi possível através da generosidade do sr. Antoun Issa.

3 – Rafqa na Ordem Maronita Libanesa 
  • No Mosteiro de St. Simon El Qarn em Aito (1871-1897)
Enquanto vivia em Maad e seguia a crise na sua congregação, Rafqa pediu a Deus que a guiasse para a decisão certa. Entrando na igreja de São Jorge, para orar por ajuda, ela ouviu a voz de Deus que lhe disse: “Vais permanecer uma freira”. Na mesma noite, ela sonhou e viu São Jorge, São Simão  e Santo António o Grande, Pai do monasticismo. Santo António, o Grande disse-lhe: “Entra na Ordem Maronita Libanesa”.
A sua viagem de Maad ao Mosteiro Maronita de São simão El Qarn em Aito foi facilitada pela generosidade do Sr. Antoun Issa. Ela foi imediatamente admitida na Ordem. Vestiu o manto de noviça a 12 de Julho de 1871 e pronunciou os votos solenes em 25 de Agosto de 1872.
Passou 26 anos no mosteiro de São Simão. Era um modelo exemplar para outras freiras na sua observação das regras e na sua devoção à oração e ao silêncio. A sua vida estava repleta de sacrifício e de austeridade.
No primeiro Domingo de Outubro de 1885, ela entrou na igreja do mosteiro e começou a orar pedindo a Jesus que lhe permitisse experimentar alguns dos sofrimentos que Ele suportou durante a Sua Paixão. A sua oração foi imediatamente concedida: uma dor insuportável começou na sua cabeça e moveu-se para os seus olhos.
A sua superiora insistiu que ela fosse submetida a tratamento médico. Após todos as tentativas de a curar terem falhado, ela foi enviada à Beirute para tratamento. Passando pela Igreja de São João-Marcos em Byblos, os seus companheiros descobriram que um médico americano estava na área. Então levaram-na até ele. Ele ordenou uma cirurgia imediata para o seu olho direito. St. Rafqa recusou anestesia. No decorrer da cirurgia, o médico desenraizou o seu olho por engano, que caiu ao chão. Rafqa não se queixou e disse-lhe: “Pela Paixão de Cristo, que Deus abençoe as suas mãos e que Deus possa pagar-te de volta”. Dentro de pouco tempo, a doença atingiu o olho esquerdo.
Nos 12 anos seguintes ela continuou a experimentar dor intensa na sua cabeça. Ao longo deste período, como anteriormente, ela permaneceu paciente e conformada, orando na alegria do dom de partilhar o sofrimento de Jesus.
  • No Mosteiro Al Dahr de São José  em Jrabta (1897-1914)
No Mosteiro de São Simão, vivia a irmã Ursula Dumit que sofria de artrite. Os seus médicos aconselharam-na a viver próxima à costa. O irmão da irmã Ursula, Fr. Ignace Dumit decidiu fundar um mosteiro de freiras em Jrabta no distrito de Batroun. A terra para o projecto foi doada por Fr. John Basbous.
A 3 de Novembro de 1897, seis freiras – presididas pela Madre Ursula Doumit – foram enviadas para o novo mosteiro de São José, a irmã Rafqa estava entre elas. As outras freiras estavam com esperança que o novo mosteiro prosperasse graças as suas orações e ao exemplo que ela dava.
Em 1899, ela perdeu a vista do olho esquerdo e tornou-se paralisada. Com isto, uma nova fase de sofrimento começou, intensificada pela deslocação das suas articulações. Ela passou os últimos sete anos da sua vida deitada na cama, apenas do lado direito do seu corpo. Não se conseguia mover. Havia uma grande lesão no seu ombro esquerdo e ela costumava repetir: ” Pela ferida no ombro de Jesus”. As suas vértebras estavam visíveis sobre a pele e o seu corpo estava muito leve. Tornou-se como um esqueleto coberto por pele. As suas mãos permaneceram intactas; ela as utilizava para tecer meias.
Embora estivesse cega e paralisada, ela continuava a sorrir e a agradecer a Deus pela Sua graça de deixá-la participar na sua Paixão.
A sua cara reflectia paz e ternura até o fim dos seus dias. Ela estava pacífica, doce e o seu coração era muito simples. De acordo com alguns médicos, Rafqa sofreu de uma tuberculose osteo-articular.
Na quinta feira coincidente com o Dia do Santíssimo Sacramento, Rafqa pediu para ser levada para a igreja para assistir a missa. Contudo, ela não poderia ser levada para fora da cama como normalmente, num lençol porque a sua anca esquerda estava a doer naquele dia.
Quando a missa começou, todos ficaram chocados ao verem Rafqa a rastejar pela igreja…
Quando no final daquele dia, a madre superiora lhe perguntou como é que ela conseguiu se mover até à igreja, Rafqa respondeu que apenas pediu a Jesus para que a ajudasse, depois ela saiu da cama e rastejou até à igreja.
Rafqa sempre pedia às irmãs que não se esquecessem da sexta ferida de Jesus; a chaga no Seu ombro, a chaga que causou muita dor porque carregava a cruz dos nossos pecados. Rafqa sempre orou e recitou o Pai Nosso e a Avé Maria seis vezes pelas 6 chagas de Jesus. Ela tinha uma grande devoção pela Virgem Maria.
Rafqa tinha 82 anos quando morreu. Viveu 29 anos em sofrimento. No dia 23 de Março de 1914, fornecida com o  Santíssimo Sacramento, ela chamou por Jesus, a Virgem Maria e São José, depois ela descansou em paz após uma vida de oração, serviço e anos de dores insuportáveis.
Ela foi sepultada no cemitério do mosteiro. Uma luz esplêndida apareceu no seu túmulo por três noites consecutivas. Com a intercessão de St. Rafqa, o nosso Senhor fez muitos milagres e bênçãos.
A 10 de Julho de 1927, as suas relíquias foram transferidas para a igreja do mosteiro. O caso relacionado com a sua beatificação foi submetida ao Vaticano no dia 23 de Dezembro de 1925 e a investigação canónica da sua vida começou a 16 de Maio de 1926.
Declarações do Papa sobre Rafqa
O Papa João Paulo II declarou-a:
Venerável a 11 de Fevereirto de 1982.
Beatificada a 17 de Novembro de 1985.
Um modelo exemplar na adoração da Eucaristia para o Ano Jubileu 2000.
Santa para toda a Igreja a 10 de Junho de 2001.
ORAÇÃO
Bem-Aventurada Rafqa, que percorrestes a nossa terra, entre os nossos cedros e os nossos rochedos; que vivestes no silêncio do teu mosteiro; és nossa irmã e filha da nossa terra, sede o nosso apoio e guiai-nos no caminho que nos conduz Àquele que tanto amastes! Sê para o nosso país um farol de luz e guia os seus passos para o testemunho gritante do Evangelho; ensina-nos a regressar às origens e às fontes da nossa fé cristã. Bem-Aventurada Rafqa, semeia a primavera nas estações da nossa vida, faz que as colheitas abundem nos nossos campos;cura pelo pó tomado do teu túmulo todos os nossos doentes; a fim de que possamos contigo , dar glória a Deus, nosso Pai, adorar o Filho, nosso Redentor e dar acção de graças ao Espírito Santo, agora e sempre. Ámen.  
SANTA RAFQA DO LÍBANO, ROGAI POR NÓS. NOSSA SENHORA SEDE A NOSSA SALVAÇÃO! 
MILAGRES E GRAÇAS
1º incidente
Este incidente aconteceu à Madre Ursula Doumit, Madre superiora do Mosteiro de São José (AD-Daher), Jrabta, apenas três dias após o falecimento da Irmã Rafqa em 23 de Março de 1914.
A Madre Ursula contou: “Eu tinha uma borbulha do tamanho de uma avelã na minha garganta que de certa maneira, importunava-me enquanto engolia ou falava, que durou sete anos.
Fiz referência do caso a um médico, Antoun Khairallah do Jran, que sugeriu que eu aplicasse alguma tintura de iodo. Prontamente assim o fiz, mas infelizmente não foi de grande utilidade e começou a crescer até se tornar tão grande como uma grande amêndoa. Depois, estendeu-se para fora, causando-me uma grande dor que me impedia de engolir ou beber, até mesmo leite.
Por causa disso, comecei  a sofrer de enxaqueca aguda que me obrigou uma noite a deitar-me mais cedo que o costume e de pedir ás freiras que me deixassem sozinha de modo a conseguir dormir. Enquanto estava quase a adormecer, ouvi uma batida na porta; acordei e perguntei: “Quem é?”
Uma voz do lado de fora respondeu: “Toma alguma terra da sepultura de Rafqa e esfrega a sua garganta com ela, e então será curada”. Bem, pensei que seria uma das freiras que tinha batido à minha porta e falou comigo daquela maneira. Depois respondi: “Porque não me deixas em paz para dormir?” mas ninguém respondeu. Assim que tentei voltar ao meu sono, ouvi de novo, batidas mais altas na porta acompanhadas pela mesma conversa que havia ouvido antes. Por isso respondi que iria apanhar um pouco do solo pela manhã.
No dia seguinte, perguntei a cada uma das freiras se teriam batido na minha porta e a sugerir que eu buscasse um pouco do solo…, mas as respostas eram negativas. Contudo, apanhei um pouco do solo da sepultura da irmã Rafqa, interrogando-me o que teria acontecido comigo e dissolvi-o em alguma água e apliquei -o na borbulha.
Depois disso, uma das freiras ofereceu-me um copo de leite que eu bebi sem qualquer incómodo ao engolir.
Depois, a freira perguntou: “Como está a sua garganta?” Isto me fez logo relembrar do incidente acima referido  e impulsivamente estiquei a minha mão para sentir a borbulha, mas tinha desaparecido e eu tinha sido completamente curada desde então!!!”
Este incidente e a voz misteriosa inspiraram as freiras do mosteiro a distribuir, como benção, uma mão cheia de solo tirado da sepultura da Santa Rafqa. Este solo tornou-se uma fonte de graça e cura para os crentes em Deus através da intercessão de Sta Rafqa.
Celine Sami Rbaiz
O milagre descrito abaixo ocorreu na Região Remail, Beirute com Celine Sami Rbaiz, nascida a 10 de Maio de 1983.
Em Outubro de 1984, Celine Rbaiz encontrou-se incapaz de comer ou beber. Como resultado, foi hospitalizada. Ao longo dos seis meses seguintes, sentiu sangramento agudo no seu estômago inchado. Perdeu peso, tornando-se cada vez mais fraca. Os exames eventualmente mostraram que havia lesão no seu rim esquerdo.
A Setembro de 1985, o rim foi removido. O relatório patológico indicou a presença de um cancro avançado. Apesar da quimioterapia, o cancro metastizou para o fígado.
Rapidamente, a saúde de Celine se deteriorou mais ainda. Quando os seus olhos e nariz sangraram, os médicos concluíram que ela não tinha mais de 24 horas de vida.
A avó de Celine, a sra. Yvette Daoo, leu um artigo de uma revista sobre a Bendita Rafqa. Ficou muito comovida pela história de Rafqa. Sabendo da situação crítica de Celine, ela perguntou se poderia ter a terra do túmulo da “Santa que cura cancro”. Ela acreditava que o solo poderia curar a Celine. Entretanto, a mão de Celine, a sra Raymonda Daoo Rbaiz, adquiriu uma mão cheia deste solo. Na noite do dia 23 de Novembro de 1985, a mãe e a avó de Celine juntaram a terra do solo à comida de Celine; e a mão dela disse: “Isto é o único medicamento para a Celine.”
De facto, o solo utilizado pela mãe de Celine tinha sido dado a ela pela sua vizinha, a sra Bernadette Kababeh Ibrahim. Ela leu um livro intitulado “Rafqa: A Sexta Ferida” e tinha ficado muito impressionada pela vida de Rafqa e os seus milagres… Ela tinha ido com o Fr. Salim Rizkallah, um padre capuchinho e um grupo de peregrinos a celebrar uma missa no túmulo de Rafqa no sábado dia 16 de Novembro de 1985, na noite anterior da beatificação de Rafqa. No momento, ela obteve terra do solo do túmulo de Rafqa, que mais tarde entregou à mãe de Celine.
Com dificuldade, Celine comeu a primeira colherada. Após alguns segundos, sentiu as  suas forças a voltarem e comeu uma grande porção. Uma hora mais tarde, recuperou-se totalmente. A sra. Raymonda Daoo Rbaiz ficou admirada quando viu a sua filha, Celine a sair da cama e a andar nos corredores do hospital… Ajoelhou-se e rezou o terço em honra da Bendita Rafqa e agradeceu -a por curar Celine.
Mais tarde, quando o médico a examinou, ficou chocado. “O que é que fez a esta criança?!!! Não consigo entender, isto é impossível!!! A Celine não precisa mais de realizar uma operação!!!”
Preparou-se para encerrar o caso de Celine. A sra Daoo Rbaiz disse: “Encerro -o com Sta Rafqa.” Outro médico examinou a Celine e disse: “… eu sou um crente e pratico a minha fé. Na minha opinião, a cura de Celine foi o resultado de intervenção divina, porque aconteceu de repente e rapidamente…”
A sra Yvette Daoo, avó de Celine, insistiu que Celine visitasse o túmulo de Sta Rafqa. Lá ela disse-lhe que repetisse: “Santa Rafqa, eu sou Celine. Peço-te que me cures”. Todos os que estavam presentes e ouviram o que ela disse, começaram a chorar…
Ao choque contínuo dos seus médicos, Celine permaneceu fisicamente vigorosa, continuando os seus estudos com distinção e é activa na sua paróquia. Especialmente honrando Santa Rafqa.
Fonte: Site oficial da Santa Rafqa –  www. strafqa.org



sexta-feira, 20 de abril de 2018

Quando uma pessoa falta à Missa para ir ao shopping, para adiantar um trabalho, para dormir algumas horas extras ou para participar de um evento social, não é preciso muito para perceber o lugar que Deus ocupa na sua vida.



P.Visitei os meus parentes na última Páscoa e, infelizmente, eles não foram à Missa. Quando saí para participar, lembrei a eles que faltar à Missa era pecado mortal, ao que eles responderam:
"Isso foi muito tempo atrás... Faltar à Missa não é mais pecado mortal."
O que devo dizer para eles? Preciso de munição.
R.: Mais do que abordar essa questão sob o ângulo do pecado, é preciso trazer à mente qual a importância da Missa. A cada domingo, nós nos reunimos como Igreja, com os corações repletos de alegria, para prestar a Deus o nosso culto de adoração. Mais uma vez, recordamos e professamos a nossa fé no mistério da salvação: Jesus Cristo, o Filho de Deus, sofreu, morreu e ressuscitou para a nossa redenção. As ações salvíficas da Quinta-feira, Sexta-feira e Sábado Santos estão todas reunidas no Santo Sacrifício da Missa. A Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium afirma que "a Liturgia, pela qual, especialmente no sacrifício eucarístico, se opera o fruto da nossa Redenção, contribui em sumo grau para que os fiéis exprimam na vida e manifestem aos outros o mistério de Cristo e a autêntica natureza da verdadeira Igreja" (n. 2).
Mais do que isso, na Missa, cada fiel católico é alimentado com abundantes graças: primeiro, somos nutridos com a Palavra de Deus – a verdade eterna de Deus que nos foi revelada e escrita sob a inspiração do Espírito Santo. Depois, damos a nossa resposta a Ele, professando a nossa santa fé católica, tal como apresentada no Credo, dizendo não simplesmente "Eu acredito", como uma pessoa só, mas "Nós acreditamos", como parte da Igreja.

Então, se estamos em estado de graça, temos a oportunidade de receber Nosso Senhor na Eucaristia. Nós firmemente acreditamos que Ele está verdadeiramente presente nesse sacramento, e que nós recebemos Seu corpo, sangue, alma e divindade na Sagrada Comunhão. A Eucaristia não só nos une intimamente ao Senhor, mas nos une em comunhão aos nossos irmãos e irmãs de toda a Igreja universal. A Santa Eucaristia é um dom muito precioso! Em sua encíclica Ecclesia de Eucharistia, o Papa São João Paulo II sublinha que "esta eficácia peculiar que tem a Eucaristia para promover a comunhão é um dos motivos da importância da Missa dominical". Ali "é o lugar privilegiado, onde a comunhão é constantemente anunciada e fomentada. Precisamente através da participação eucarística, o dia do Senhor torna-se também o dia da Igreja, a qual poderá assim desempenhar de modo eficaz a sua missão de sacramento de unidade" (n. 41).
Com isso em mente, ninguém deveria simplesmente pensar em assistir à Santa Missa para satisfazer uma obrigaçãoParticipar na celebração eucarística é um privilégio e todo fiel católico deveria desejar ardentemente fazê-lo. Nossa atitude não deve ser, "Eu tenho que ir à Missa", mas sim, "Eu quero fazer isso".
Justamente porque nos oferece dons tão preciosos, nos alimenta com tão grandes graças e nos une como Igreja, nós também temos o dever sagrado de participar na Santa Missa. O terceiro mandamento do Decálogo manda "santificar o dia do sábado" (Ex 20, 8). Para o povo judeu, no Antigo Testamento, o sábado marcava o "dia de descanso" após a Criação. Nós, cristãos, sempre guardamos o domingo, dia da Ressurreição do Senhor. Assim como a Criação se inicia no primeiro dia da semana, com Deus dizendo, "Faça-se a luz" (Gn 1, 3), Nosso Senhor, a Luz que veio para destruir a escuridão do pecado e da morte, ressuscitou dos mortos naquele primeiro dia inaugurando a Nova Criação.
Considerando a grandeza da Missa, bem como o Antigo Testamento, que foi devidamente aperfeiçoado pela Igreja, o Código de Direito Canônico prescreve: "O domingo, em que se celebra o mistério pascal, por tradição apostólica, deve guardar-se como dia festivo de preceito em toda a Igreja" (n. 1246). Mais do que isso, "no domingo e nos outros dias festivos de preceito os fiéis têm obrigação de participar na Missa" (n. 1247). Também o Catecismo ensina que "os que deliberadamente faltam a esta obrigação cometem um pecado grave" (n. 2181) — e pecado grave é, de fato, pecado mortal. O Papa João Paulo II repetiu esse preceito em sua carta apostólica Dies Domini, n. 47, e de novo em sua encíclica Ecclesia de Eucharistia, n. 41: "Participar na Missa é uma obrigação dos fiéis, a não ser que tenham um impedimento grave".
Podem surgir certas circunstâncias, é claro, que escusem de assistir à Missa, como quando uma pessoa está doente, tem que lidar com uma emergência, ou não consegue encontrar uma Missa sem grande sobrecarga. Um pastor também pode dispensar uma pessoa da obrigação de assistir à Missa por uma razão grave. Ninguém, por exemplo, muito menos Nosso Senhor, espera que uma pessoa vá à Missa estando tão enferma a ponto de não poder participar fisicamente nela ou de pôr em risco a saúde dos outros; não há virtude alguma em arriscar a própria saúde e ainda por cima infectar a todos na igreja. Ou, no caso de uma tempestade muito forte, uma pessoa deve julgar com prudência se consegue viajar em segurança para assistir à Missa sem que arrisque seriamente a própria vida e a das outras pessoas. Quando surgem circunstâncias graves que impedem uma pessoa de assistir à Missa, ela deve reservar um tempo para rezar, fazer as orações, leituras da liturgia e, pelo menos, participar em espírito — mantendo em mente que, quando circunstâncias graves surgem, uma pessoa não comete pecado mortal por faltar à Missa.
Ao examinar essa questão, contudo, uma pessoa deve refletir realmente no valor e na grandeza da Missa e do sacramento da Eucaristia. Todos os dias, fiéis católicos na República Popular da China arriscam não só oportunidades educacionais e econômicas, mas também as suas próprias vidas, só para assistir à Santa Missa. Em territórios de missão, pessoas viajam vários quilômetros só para participar da Eucaristia. Um missionário africano contou-me que alguns dos seus fiéis caminham 16 quilômetros para vir à Missa aos domingos, e então têm que andar mais 10 milhas de volta. Eles se arriscam e se sacrificam porque realmente acreditam na Missa e na presença do Senhor na Eucaristia.
Quando uma pessoa negligentemente "falta à Missa" só para ir ao shopping, para adiantar um trabalho, para dormir algumas horas extra, para participar de um evento social, ou para não interromper as suas férias, ela está permitindo que alguma coisa tome o lugar de Deus, que algo se torne mais importante que a Santa Eucaristia. Infelizmente, conheci famílias que poderiam ir tranquilamente à igreja, mas que escolhiam deliberadamente não participar da Missa. Ironicamente, eles mandavam os seus filhos para uma escola católica. Sim, um comportamento desse tipo indica que uma pessoa voltou as costas ao Senhor e que está cometendo um pecado grave.
Deus deve vir em primeiro lugar nas nossas vidas. No domingo, nosso primeiro dever como católicos é adorar a Deus na Missa e ser alimentado com a Sua graça. A Didascalia Apostolorum, um escrito do terceiro século, exorta: "Deixai tudo no Dia do Senhor e correi diligentemente à assembleia, porque é o vosso louvor a Deus. Caso contrário, que desculpa darão ao Senhor esses que não se reúnem no Seu dia para ouvir a palavra da vida e receber o divino alimento que dura para sempre?" De verdade, que desculpa eles darão?



quinta-feira, 19 de abril de 2018


A música católica é uma ponta de lança na evangelização. E por ser ponta fina, penetrante, abre brecha e não há nada que a ela resista. Com a música vem o poder de Deus e essa ponta de lança penetra os corações mais endurecidos. Não são apenas emoções que a música produz, mas é o poder de Deus, a presença do Espírito Santo e dos anjos através da música.
Na música de Deus estão os anjos, que vão nessa ponta aguda de lança. Eles penetram os corações. Não é a beleza do encadeamento dos acordes, é o poder de Deus, são os próprios anjos que vão abrindo o coração daqueles que a escutam.
Depois que a ponta da lança entrou, o resto entra. Até mesmo a lança inteira, como aconteceu no coração de Jesus. A ponta da lança entrou e inteira se cravou: abriu uma brecha no coração de Jesus. E essa brecha estará aberta eternamente. Por isso, a música não pode ser levada de qualquer jeito.
A música prepara o ambiente para a ação do Espírito Santo, para povoar o lugar onde a música de Deus é cantada com a presença dos anjos. Quando se canta a música de Deus, os anjos vem, cantam, louvam!
Enquanto houver adoração e louvor de homens, vão acontecer louvor e adoração de anjos. Haverá um espírito de louvor e de adoração. Haverá poder de Deus sobre aquelas pessoas e elas serão tocadas. O poder de Deus se manifesta. “Entoai juntos salmos, hinos e cânticos inspirados; cantai e celebrai o Senhor de todo o vosso coração”. (Ef 5,19)
O Senhor sabe muito bem o efeito que a música tem sobre nós. Muitas vezes, no Antigo e Novo Testamento, a ordem de Deus é: “Cantai ao Senhor um canto novo”. (Sl 96,1)
Existe uma “Canção Nova”, uma música nova, que é do homem novo, da nova criatura, do mundo novo. É a música de Deus que faz novas todas as coisas. Existe igualmente uma “canção velha”, a música do homem velho, da velha criatura. Se a “Canção Nova” faz um grande bem, se constrói em nós o homem novo, a música velha é sempre um estrago, é um elemento destruidor do homem novo.
Na vida do homem novo só há lugar para “canção nova”. A música velha, mundana, alienante, sensual e provocadora só pode ser desterrada. Para não guardar material explosivo, será necessário selecionar os CDs, DVDs de música desse tipo.
Por causa de nossa vida cristã precisamos ter a mente e os pensamentos de Cristo. É impossível implantar a mente e os sentimentos de Cristo no terreno cheio de lama de uma música mundana.
Fomos feitos para cantar a glória de Deus. Precisamos ensaiar desde agora. Há pouco tempo de ensaio. Logo, logo, o Maestro virá e não tardará!
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib

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Terço da Misericórdia


quarta-feira, 18 de abril de 2018


A Igreja nos ensina a rezar o terço

Papa São João Paulo II dedicou uma encíclica ao Santo Terço. Nela, o Santo Padre afirma:
“O Rosário coloca-se ao serviço do ideal de que pela fé Jesus habita os corações, oferecendo o ‘segredo’ para abrir-se mais facilmente a um conhecimento profundo e empenhado de Cristo. Digamos que é o caminho de Maria, o caminho do exemplo da Virgem de Nazaré, mulher de fé, silêncio e escuta. É, ao mesmo tempo, o caminho de uma devoção mariana animada pela certeza da relação indivisível que liga Cristo a Sua Mãe Santíssima: os mistérios de Cristo são também, de certo modo, os mistérios da Mãe, mesmo quando não está diretamente envolvida, pelo fato de ela viver d’Ele e para Ele. Na Ave-Maria, apropriando-nos das palavras do Arcanjo Gabriel e de Santa Isabel, sentimo-nos levados a procurar sempre de novo, em Maria, nos seus braços e no seu coração, o fruto bendito do seu ventre (cf. Lc 1,42)” – Trecho da Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, do Sumo Pontífice São João Paulo II.

Como rezar o terço

Inicie: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Em seguida, reza-se a oração do Creio e do Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória ao Pai.
Depois de realizadas essas orações, contempla-se, antes de cada dezena, o mistério do Terço rezado naquele dia.

Segundo a prática corrente na Igreja:

  • As segundas-feiras e os sábados são dedicados aos mistérios da alegria – “gozosos”:
1º mistério: Anunciação do anjo a Maria
2º mistério: Visitação de Maria a Santa Isabel
3º mistério: Nascimento do Menino Deus
4º mistério: Apresentação de Jesus no Templo
5º mistério: Perda e encontro de Jesus
  • As terças e sextas-feiras são dedicadas aos “mistérios da dor”:
1º mistério: Oração e agonia de Jesus no Getsémani
2º mistério: Flagelação de Cristo
3º mistério: A coroação de espinhos
4º mistério: A subida ao Calvário
5º mistério: A morte na cruz
  • As quarta-feiras e os domingos são dedicados aos “mistérios da glória”:
1º mistério: Ressurreição do Senhor
2º mistério: A ascensão de Jesus
3º mistério: Pentecostes – A vinda do Espírito sobre Maria e os apóstolos
4º mistério: Maria assunta aos céus
5º mistério: Maria coroada Rainha dos anjos e dos santos
  • A quinta-feira é dedicada aos “mistérios da luz”.
1º mistério: Batismo de Jesus no Jordão
2º mistério: Milagre de Jesus nas bodas de Caná
3º mistério: Anúncio do Reino de Deus com um convite à conversão
4º mistério: Transfiguração do Senhor
5º mistério: Instituição da Eucaristia

Depois de contemplar o mistério referente à dezena rezada, recita-se um Pai-Nosso e dez Ave-Marias.
Finaliza-se o Santo Terço com a Oração da Salve-Rainha.

Abaixo seguem as orações do Santo Terço:

Creio
Creio em Deus Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, e em Jesus Cristo, Seu único Filho Nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai Todo-Poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.
Pai-Nosso
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o Vosso nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje e perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Não nos deixeis cair em tentação, mas nos livrai do mal. Amém.
Ave-Maria
Ave-Maria, cheia de graça! O Senhor é convosco e bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós, os pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
Glória ao Pai
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre, e por todos os séculos dos séculos. Amém.
Salve Rainha
Salve Rainha, Mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa, salve! A vós bradamos os degradados filhos de Eva. A vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei. E depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto de vosso ventre. Ó clemente! Ó piedosa! Ó doce sempre Virgem Maria! Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.
“À luz da própria Ave-Maria, bem entendida, nota-se claramente que o carácter mariano não só não se opõe ao cristológico como até o sublinha e exalta” (Rosarium Virginis Mariae).



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