quinta-feira, 28 de agosto de 2014


Eu quero convidar você para abrir a Palavra de Deus em: 

Marcos 12,41-44

Jesus que estava ali diante daquele cofre, Ele não estava de olho no cofre e sim na intenção de cada coração.

Deus derrama o seu Espírito, e o que você deve fazer para receber de Deus aquilo que você tanto precisa. Dua coisas é necessária, a primeira coisa é pedir, porque é dom de Deus, segundo, retidão de coração. O que é ter coração reto. É ter intenções puras, porque as pessoas veem por fora mas Deus ve o coração.

Jesus viu que muitos que davam dinheiro, não era porque era generoso, mas para serem visto como alguém bondoso, e se queria aparecer, já recebeu porque era apenas aparecer diante das pessoas.
Mas aquela mulher estava tirando da pobreza dela, ela não estava dando as moedas , mas colocando a confiança dela, estava colocando de si mesma. Quando você ajuda é porque você confia.

Ali no templo ela estava dizendo: a minha confiança não está nas coisas que eu possuo, mas esta em ti meu Deus.

Se você estiver dando o dinheiro sem dá amor, esta atitude é deplorável, e se damos com arrogância a pessoa nem quer, muitas vezes a pessoa que recebeu ela passa o dinheiro para frente.

A gente não dá apenas um prato de comida, ou dinheiro, você dá um pouco de si, e aí você experimenta a palavra que diz: “Há mais alegria em dar do que receber.”

Você pode pegar um pouco do seu tempo e dar para alguem que precisa de você. Talvez num orfanato, ou para uma pessoa que está sozinho. Porque há mais alegria em dar que receber, e não pense que é fácil, porque para dar é preciso renunciar a si mesmo. É preciso abrir mão de algumas coisas, como um passeio, para dar tempo aos seus filhos, ou para o seu marido.

E custa a gente se dar, mas quando a gente se dá, estamos construindo o coração do outro, estamos construindo relacionamentos. E isso é o que vale a pena. E se o que você está dando está construindo os relacionamentos entre as pessoas, isso sim vale a pena, porque as outras coisas, tudo passa.

Se dar é renunciar, é mortificar-se. Quando eu me dou no que é que este julgo está me unindo. Ao jugo da caridade. A sua mortificação é o julgo que te une a Deus.

Você se doar, é abraçar a cruz de Jesus, o jugo da cruz é o jugo do sacrifício, e Deus se entregou, se sacrificou por amor a você, porque Ele é seu amigo.

Quando eu me uno a Jesus na cruz, eu participo também da sua gloria. É mortificar-me por amor a Jesus, por amor dos meus irmãos.

Este jugo é um morrer para o pecado e estar unindo-me a Deus. Morre o homem desgastado, para ser um homem novo, uma mulher nova.
É de homens novos que Deus precisa para formar um mundo novo. E Deus está agindo em você para formar através de você uma família nova. Deus há de fazer da sua família, uma família nova.



Márcio Mendes
Comunidade Canção Nova


Mais um sim a Deus, um CD com 8 músicas inéditas para refletir e deixar Deus tocar, o CD acompanha também o testemunho de Adriano do Nascimento onde ele confirma que "Na vida não há limites para quem em Deus a confia!".

Acesse o Blog do Testemunho e escute a faixa 01 do CD - Música "Toca em Mim"
http://visaodefe.blogspot.com

Agendamento para Pregação e Testemunho através dos 11 2052-1013 ou 98173-0803 (Tim) WhatsApp




quinta-feira, 31 de julho de 2014


Os sinais devem nos mostrar o quanto Deus nos ama
Deus é, em primeiro lugar, “a fonte e a origem de todas as bênçãos”, assim escutamos do sacerdote como uma das opções de bênçãos no fim da Missa. É de Deus que provém a bênção. Ele, em Sua grandeza e bondade, olha para o ser humano com misericórdia e derrama sobre ele as Suas bênçãos. 

Nós somos alvos da bênção de Deus. Em nossa catequese familiar ou de Igreja, aprendemos a pedir a bênção para o pai, para a mãe, o avô, a avó e até para os padrinhos e tios. 
Muitos têm o costume de pedir ao sacerdote que lhes de a bênção, e é muito comum também as pessoas pedirem para que seus objetos sejam abençoados. Os objetos litúrgicos, móveis, a própria igreja ou capela são abençoados, porque ali são realizados atos litúrgicos, com os quais vivenciamos melhor os sacramentos. Assim, temos um encontro com o Senhor. Os objetos, as imagens, as medalhas são sinais que nos ajudam na caminhada com Deus. Ao pedirmos a bênção sobre esse ou aquele item, não devemos fazê-lo de maneira supersticiosa, como se fosse um amuleto.

Tal medalha, imagem ou terço devem nos ajudar na compreensão do divino, devem nos levar a Deus, ser um sinal que nos incentive na busca por Ele. Os sinais devem nos mostrar o quanto o Senhor nos ama. Por que precisamos de sinais, de imagens e templos? Por que é importante que uma imagem seja bonita, que a arquitetura de uma igreja seja bem harmônica? Exatamente para nos remeter ao Senhor de nossa vida. Quantas pessoas mudaram de vida ou se lembraram de Jesus quando olharam para a  cruz de uma igreja? Quantas, com seus sinais, medalhas, crucifixos e terços desistiram de fazer o mal, de tirar a própria vida? Quantos resistiram e tiraram forças de onde não tinham por causa de um sinal que carregavam? 

Repito, não é o sinal pelo sinal como um amuleto, mas porque aquela medalha, aquele terço nos remeteu ao Senhor ou a algum(a) santo(a); e, por graça de Deus, porque é Ele quem faz, fomos salvos, desistimos de fazer o mal, propusemo-nos a fazer o bem. 

Os objetos de piedade abençoados se tornam um sacramental, um sinal de Deus. Com esses objetos, clamamos a proteção divina; com eles, dizemos que seguimos o Cristo, que pertencemos a Ele.

No ritual de bênçãos, dentre várias delas, está prevista a de objetos para a prática devocional. Após o sinal da cruz, há uma introdução que diz: “… no momento de invocarmos sobre esses símbolos e imagens a bênção de nosso Senhor, deve-se atender ao seguinte: que cada um de nós ofereça o testemunho de vida cristã tão autêntico quanto o que exige de nós o fato de ostentarmos o uso desses objetos”. Ou seja, peço a bênção, uso tal sinal bento e dou testemunho de uma vida cristã. 

Por fim, portar um sinal, uma medalha, um crucifixo, usar uma veste litúrgica não nos faz santos(as), mas tais sinais nos ajudam ou exigem de nós uma postura santa, de gente de bem. Não dá para portar um crucifixo e viver na mentira, não dá para usar a medalha de um(a) santo(a) e viver numa indisponibilidade no amor ao próximo. Peçamos a bênção do Senhor sobre nós, levemos a um sacerdote nossos objetos de piedade para que sejam abençoados e produzamos frutos de perseverança, e que os símbolos que ostentarmos não só nos protejam, mas nos lancem para o serviço amoroso àqueles que encontrarmos.

http://formacao.cancaonova.com/igreja/catequese


sábado, 12 de julho de 2014

A grande dificuldade da maioria das pessoas é aceitar que Deus é amor (1 Jo 4,8), pois dizem: Como crer no amor de Deus por mim, e ao mesmo tempo viver num mundo tão cheio de problemas? A resposta a esta interrogação é a razão de ser da Bíblia. A Sagrada Escritura é a história do amor de Deus pelos homens. Já no primeiro livro, é revelado que a razão de toda a criação é a Sua bondade: Deus viu que a luz era boa (Gn 1,4). E dentro desta criação, somente o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1,26). Tudo foi criado por Deus para a felicidade do homem.

Infelizmente, muitas pessoas não são capazes de viver o amor de Deus. São aqueles que passaram por experiências tristes na sua vida. Muitos não foram desejados desde o momento da sua gestação; outros, não receberam amor dos pais ou nem chegaram a conhecê-los. Ao lado disso, somam-se os traumas vindos da situação financeira, ou dificuldades de relacionamento, a rejeição por causa da raça... E tantos outros problemas, que acabam gerando a insatisfação e amargura diante da vida. Tudo isso, torna difícil amar a Deus, pois perguntamos:

Por que nasci nesta família? Porquê tanto sofrimento? Por que nada dá certo na minha vida?

Esta não é a vida que Deus deseja. Ele criou tudo pensando em você. Então, o que fazer? É simples: aceite o amor de Deus, você é alguém especial para Ele! Para amar a Deus é preciso primeiro deixar-se amar por Ele. Amamos a Deus, porque Deus nos amou primeiro (1Jo 4,19).

E a dificuldade em deixar-se amar por Deus está na visão errada sobre o amor e sobre Deus. Normalmente, as pessoas amam quem as ama. E no relacionamento com Deus, imaginam a mesma coisa, isto é, acreditam que Deus ama a quem O ama. Por outras palavras, é a idéia de que Deus recompensa os bons e castiga os maus.

O amor de Deus por você não é pelo que você fez ou deixou de fazer. O amor de Deus é gratuito e incondicional. No livro do profeta Oseias (Os 11,1-4), existe uma passagem sobre esta forma de Deus amar. Deus sempre havia dado tudo ao povo de Israel, mas este havia pago com ingratidão os cuidados do Senhor. Todavia, não vemos Deus arrependendo-Se do Seu amor.

Deus ama-o assim e é este amor que tem o poder de mudar a sua vida. O Senhor diz-lhe: “Amo-te com eterno amor, por isso, te estendi o Meu favor” (Jer 31,3). Por isso, aceite o amor de Deus, pois “Ele anda em transportes de alegria por causa de ti, e renova-te pelo Seu amor. Ele exulta de alegria a teu respeito” (Sof 3,17).

Este amor de Deus é real, pois Ele enviou o Filho d’Ele por causa de você. “Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu o Seu Filho único, para que todo o que n’Ele crer não pereça e tenha a vida eterna” (Jo 3,16). 

A única coisa que você tem a fazer é parar e abrir as portas do seu coração a este amor. Se você está disposto a fazer isto, quero convidá-lo a fazer uma oração: Pai, eu Te abro as portas do meu coração, vem com o Teu amor sarar-me de toda a minha insatisfação diante da vida. Ensina-me a viver segundo este amor. É o que Te peço em nome de Jesus, na unidade do Espírito Santo. Amém! 

Pe. Alberto Luiz Gambarini
in: A Fonte da Vida: O Novo Nascimento, Ed. Pneuma
http://www.catequisar.com.br/





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