Missão Nova Visão ♫ Web Rádio Católica

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020



As aparições da mãe de Deus em Lourdes, na França, a Bernardete Soubirous, nos ajudam a entender sob muitos aspectos a missão materna de Maria junto ao seu povo, à comunidade dos discípulos de seu Filho. Diante de situações como esta, nosso coração de filhos deve manifestar gratidão a Deus por cuidar de seu povo com tal amor. E somos nós, homens e mulheres de todos os lugares, os destinatários desse amor.
A presença de Maria em Lourdes ensina que toda terra é terra de Deus, uma terra onde Maria está, que todo povo é um povo redimido por Cristo morto e ressuscitado, de quem Ela é mãe e mestra.
Ao se apresentar como a Imaculada Conceição, mais do que um novo título, Maria revela sua própria identidade e irradia luz para ajudar cada ser humano a reencontrar sua original condição de imagem e semelhança de Deus. A Virgem Maria manifesta traços expressivos do próprio Deus, revelando confiança, gratidão, misericórdia, socorro, refúgio, consolo, luz, paz, alegria e esperança a todos os que imploram seu auxílio. Seria inacabável a ladainha proferida pelos fiéis que durante o ano todo vão à gruta das aparições com um desejo na alma: reencontrar a mãe de Deus.
Maria vem a Bernardete, faz dela sua confidente, colaboradora, instrumento da sua ternura maternal e da misericórdia onipotência de seu Filho, para restaurar o mundo em Cristo por uma nova e incomparável efusão da redenção. Nessa atitude de Maria há um desejo de que todos, indistintamente, sejamos também instrumentos de Deus para reconduzir o mundo a Ele.
Apesar de zombarias, de dúvidas e de oposições, a voz daquela menina, mensageira da Imaculada, se impôs ao mundo. Multidões creram e provaram o mistério daquele lugar despojado que fala de coisas excelsas. Entre as lições de Maria em Lourdes entendemos que elas são o eco fiel da mensagem evangélica, fazem ressaltar de maneira impressionante o contraste que opõe os juízos de Deus à vã sabedoria deste mundo.
Numa sociedade que não tem muita consciência dos males que a corroem e que esconde as suas misérias e as suas injustiças sob aparências de prosperidade, a Virgem Imaculada, que não conheceu o pecado, manifesta-se a uma menina inocente e com compaixão maternal percorre com o olhar este mundo redimido pelo sangue de seu Filho, onde o pecado faz cada dias tantas devastações, e por três vezes lança o seu apelo premente: “Penitência, penitência, penitência!”.
Gestos expressivos são mesmo pedidos: “Ide beijar a terra em penitência pelos pecadores”. E ao gesto faz um apelo: “Rogareis a Deus pelos pecadores”. Tal como no tempo de João Batista, tal como no início do mistério de Jesus, e o mesmo convite, forte e rigoroso, indica à humanidade o caminho do retorno a Deus: “Arrependei-vos” (Mt 3,2; 4,17). E quem ousaria dizer que esse apelo à conversão do coração perdeu, nos nossos dias, a sua atualidade? Todos somos convidados por Maria a enveredar pela trilha que Ela nos indicou.

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!
Oração
Ó Virgem Imaculada de Lourdes, acorremos a vossos pés junto da humilde gruta onde vos dignastes aparecer para indicar aos que se extraviam o caminho da oração e da penitência, e para dispensar aos que sofrem, as graças e os prodígios da vossa soberana bondade. Ó fonte inesgotável de água salutar com as ondas da divina caridade, reanimai os corações áridos. Fazei que todos nós, que somos vossos filhos por vós confortados em nossas penas, protegidos nos perigos, sustentados nas lutas, nos amemos uns aos outros e sirvamos tão bem ao vosso doce Jesus que mereçamos as alegrias eternas junto a vosso trono no céu. Amém.
Reflexão
Desde 1858 até hoje, contínuas multidões têm se reunido em Lourdes, que se tornou um dos maiores santuários da França. Em 1925, o Papa Pio XI declarou Bernadete bem-aventurada e, em 1933, tornou-a santa. A festa de Nossa Senhora de Lourdes é celebrada hoje, dia 11 de fevereiro. O Santuário é marco do amor da Mãe que vem nos ajudar, e nele tem-se alcançado, por intercessão de Nossa Senhora de Lourdes, muitas graças. 

Fonte:  www.miliciadaimaculada.org.br


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020



OS CATÓLICOS E O CARNAVAL

"Santa Catarina de Sena, referindo-se ao Carnaval, exclamou entre soluços: "Oh! Que tempo diabólico!"

Numa sociedade corrompida pelos prazeres desordenados, a noção de sacrifício foi completamente perdida.

Enquanto os homens IGNORAM a VOZ DE DEUS e DELEITAM-SE NO PECADO, OFERENDAS SÃO DEPOSITADAS NO ALTAR DE SATANÁS.

Na época do Carnaval, perante as incontáveis PROFANAÇÕES e OFENSAS ao SAGRADO CORAÇÃO de JESUS e ao IMACULADO CORAÇÃO de MARIA, a Santa Igreja nos ensina uma VIA simples e REPARADORA:

O SILÊNCIO, a ORAÇÃO e a PENITÊNCIA.

Unamo-nos com o sofrimento do Senhor Jesus, bondoso Pelicano, assim como fez a Virgem Maria, aos pés do madeiro da Cruz.

Como diz São Paulo Apóstolo, "NÃO PODEIS BEBER ao MESMO TEMPO o CÁLICE DO SENHOR E O CÁLICE DOS DEMÔNIOS.

NÃO podeis participar ao mesmo tempo da Mesa do Senhor e da MESA DOS DEMÔNIOS."
(1Cor 10,19-22)

Portanto, um católico que se vende para tal festividade, AINDA QUE NÃO POSSUA A INTENÇÃO DE COMETER PECADOS, PRECISA URGENTEMENTE REVER a SUA FÉ. OU A AUSÊNCIA DELA...

Assim como afirma o capítulo V da Encíclica Lumen Gentium, "Todos na Igreja, quer pertençam à Hierarquia, quer por ela sejam pastoreados, são chamados à SANTIDADE", e se INÚMEROS SANTOS DA IGREJA CONDENARAM O CARNAVAL, nomeando-o inclusive de 'COLHEITA DO DIABO', é o nosso dever seguir os mesmos passos.

NÃO façamos como JUDAS que TRAIU Nosso Senhor Jesus Cristo E O ENTREGOU.

Não cubramos nossa face com máscara, pois o Senhor ainda nos reconhecerá. Apartai-vos do mal!

"Entrai pela PORTA ESTREITA, porque LARGA é a porta e espaçoso o caminho que CONDUZ À PERDIÇÃO e NUMEROSOS SÃO OS QUE POR AÍ ENTRAM.

Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram." (Mt 7,13-14)."


terça-feira, 21 de janeiro de 2020



SANTO DO DIA – 21 DE OUTUBRO – SANTA INÊS
Virgem e Mártir (Séc. III)
O nome ‘Agnes’, para nós Inês, em grego significa pura e casta, enquanto em latim significa cordeiro. Para a Igreja, Santa Inês é o próprio símbolo da inocência e da castidade, que ela defendeu com a própria vida. A ideia da virgindade casta foi estabelecida na Igreja justamente para se contrapor à devassidão e aos costumes imorais dos pagãos. Inês levou às últimas consequências a escolha que fez à esses valores. É uma das Santas mais antigas do cristianismo. Sua existência transcorreu entre os séculos três e quatro, sendo martirizada durante a décima perseguição ordenada contra os cristãos, desta vez imposta pelo terrível imperador Diocleciano, em 304.
Inês pertencia à uma rica, nobre e cristã família romana. Isso lhe possibilitou receber uma educação dentro dos mais exatos preceitos religiosos, o que a fez tomar a decisão precoce de se tornar ‘esposa de Cristo’. Tinha apenas 13 anos quando foi denunciada como cristã.
Dotada de uma beleza incomum, recebeu inúmeros pedidos de casamento, inclusive do filho do prefeito de Roma. Aliás, essa foi a causa que desencadeou seu suplício e uma violenta perseguição contra os cristãos. A narração que nos chegou conta que o rapaz, apesar das negativas da jovem, tentava corteja-la. Seu pai indignado com as constantes recusas que deixavam seu filho inconsolável, tentou forçar que Inês aceitasse seu filho como esposo, mas tudo em vão. Numa certa tarde de tempestade, o rapaz tentou toma-la nos braços, mas foi atingido por um raio e caiu morto aos seus pés. Quando o prefeito soube, procurou Inês com humildade e lhe implorou que pedisse a seu Deus pela vida de seu filho. Ela erguendo as mãos e voltando os olhos para o céu orou para que Nosso Senhor trouxesse o rapaz de volta à vida terrena, mostrando toda Sua misericórdia. O rapaz voltou e percebendo a santidade de Inês se converteu cristão. Porém, seu pai, o prefeito, viu aquela situação como um sinal de poder dos cristãos e resolveu aplicar a perseguição, decretada por Diocleciano, de modo implacável.
Inês, segundo ele, fora denunciada e por isso teria de ser enviada para a prisão. Mesmo assim, ela nunca tentou se livrar da pena em troca do casamento que fora proposto em nome do filho do prefeito e muito menos negou sua fé em Cristo. Preferiu sofrer as terríveis humilhações de seus carrascos, que estavam decididos a fazê-la mudar de ideia através da força. Arrastada violentamente até a presença de um ídolo pagão, para que o adorasse, Inês se manteve firme em suas orações à Cristo. Depois foi levada à uma casa de prostituição, para que fosse possuída à força, mas ninguém ousou tocar sequer num fio de seu cabelo, saindo de lá na mesma condição de castidade que chegou.
Cada vez mais a situação ficava fora do controle das autoridades romanas e o povo estava se convertendo em massa. Para aplacar os ânimos Inês foi levada ao Circo e condenada à fogueira, mas o fogo prodigiosamente se abriu e não a queimou. Assim, o prefeito decretou que fosse morta por decapitação a fio de espada, naquele exato momento. Foi dessa maneira que a jovem Inês testemunhou sua fé em Cristo.
Seu enterro foi um verdadeiro triunfo da fé; seus pais, levaram o corpo de Inês, e o enterraram num prédio que possuíam na estrada que de Roma conduz a Nomento. Nesse local, por volta do ano de 354, uma Basílica foi erguida a pedido da filha do imperador Constantino, em honra à Santa. Trata-se de uma das mais antigas de Roma, na qual encontram-se suas relíquias e sepultura. Na arte, Santa Inês é comumente representada com uma ovelha, e uma palma, sendo que a ovelha sugere sua castidade e inocência.
Sua pureza martirizada faz parte, até hoje, dos rituais da Igreja. Todo ano, no dia de sua veneração, em 21 de janeiro, é realizada na Basílica de Santa Inês, fora dos muros do Vaticano, uma Missa solene onde dois cordeirinhos brancos, ornados de flores e fitas são levados para o celebrante os benzer. Depois os mesmos são apresentados ao Papa, que os entrega a religiosas encarregadas de os guardar até a época da tosquia. Com sua lã são tecidos os pálios que, na vigília de São Pedro e São Paulo, são colocados sobre o altar da Basílica de São Pedro. Posteriormente esses pálios são enviados à todos os arcebispos do mundo católico ocidental e eles os recebem em sinal da obediência que devem à Santa Sé, como centro da autoridade religiosa.
Não tinha Santa Inês mais do que doze ou treze anos, quando sofreu o martírio. Segundo velhos atos, voltava da escola, quando o filho do prefeito de Roma dela se enamorou. Após informar-se acerca dos pais da jovem, ofereceu-lhe vestidos mais esplendidos, valiosas pedrarias, e prometeu-lhe outras coisas, riqueza, casas, todas as delícias do mundo, no caso dela consentir em desposá-lo. Inês repeliu com desprezo os presentes, e disse ao jovem que estava noiva de um varão muito mais nobre que ele, o qual já lhe dera presentes muito mais inestimáveis. O filho do prefeito, desesperado, caiu doente. Os médicos descobriram-lhe a causa do mal e advertiram o pai, o prefeito Sinfrônio, que mandou renovar à virgem as ofertas e os pedidos. Respondeu-lhe Inês que nunca faltaria ao compromisso com o noivo. Achou o prefeito bastante estranho que houvesse outro preferido e tratou de indagar quem seria.
Um dos seus parasitas disse-lhe, então, que a jovem era cristã desde a infância, e que, enfeitiçada por artes mágicas, chamava a Cristo seu esposo. Radiante com o descobrimento, mandou o prefeito a conduzissem, com aparato, ao seu tribunal. Inês foi igualmente insensível às lisonjas e às ameaças. Chamou o prefeito os pais da jovem, e não podendo maltratá-los, por serem nobres, apresentou a acusação do cristianismo.
No dia seguinte, pois, em seguida a novos e inúteis esforços para a persuadir, disse-lhe: “- É a superstição dos cristãos, de quem te gabas de conhecer as artes mágicas, que te impede seguir bons conselhos. É preciso, portanto, que vás imediatamente para a deusa Vesta, a fim de que, se te apraz a virgindade perpétua, cuides noite e dia dos seus augustos sacrifícios.” Respondeu a santa: “- Se, por amor a Cristo, recusei vosso filho o qual, embora torturado por um amor sem regra, não deixa de ser homem vivo, capaz de raciocinar e de sentir, como poderei, ultrajando o Deus supremo, adorar ídolos mudos, surdos, insensíveis, inanimados, pedras inúteis numa palavra.” Retrucou o prefeito: “Escolhe de duas uma: ou sacrificarás à deusa Vesta com as suas virgens, ou te prostituirás, num péssimo lugar, com as filhas de má vida.” E disse-lhe Inês com segurança: ” Se soubésseis qual é o meu Deus, não falaríeis dessa maneira. Eu, que sei qual a força de meu Senhor Jesus Cristo, desprezo as vossas ameaças, certa de que me não poluirão as impurezas alheias, como não sacrificarei aos vossos ídolos; tenho comigo, como guarda do meu corpo, o anjo do Senhor.” Com efeito, tendo sido levada a um antro de prostituição, lá se lhe deparou a anjo do Senhor, que a circundou de uma luiz tão esplendorosa que ninguém a podia ver.
Tendo começado a orar, percebeu na sua frente uma túnica branca com a qual se cobriu, abençoando a Deus. O lugar de infâmia tornou-se, assim, lugar de prece e piedade. Quem quer que lá entrasse, sentia-se tocado por um aspecto religioso à vista daquela luz inesperada, e saía mais puro do que quando entrava. O filho do prefeito, chamando a todos de covardes, atirou-se ao meio da luz, mais caiu cegado e até, segundo os atos, sem vida. Um dos seus companheiros, ao vê-lo morto, pô-se a gritar: “Socorro! Uma prostituta, por artes mágicas, matou o filho do prefeito!” O povo atirou-se ao recinto, gritando: – “É uma feiticeira! – É inocente! – É um sacrilégio!” O prefeito, sabedor da morte do filho, acorreu precipitadamente, aflito, dizendo à santa que era a mais cruel dentre todas as mulheres, e perguntando-lhe de que modo havia matado o filho. Respondeu ela que o rapaz fora sufocado pelo impuro demônio cujos desígnios tratava de levar a efeito.

Era manifesta a prova, pois os que haviam respeitado a luminosa presença do anjo, tinha saído são e salvos. O prefeito respondeu-lhe que acreditaria nas suas palavras, se ela rogasse ao anjo devolver-lhe o filho. “Se bem que o não mereça a vossa fé, retrucou a jovem, sendo tempo de manifestar-se o poder de meu Senhor Jesus Cristo, saí todos, para que eu lhe ofereça a prece habitual.” Saíram todos,, e ela se prosternou, e rogou ao Senhor, com lágrimas, que ressuscitasse o jovem. O anjo, aparecendo, devolveu-lhe a vida. O jovem começou a bradar: “Só há um Deus no céu e na terra, e é o Deus dos cristãos.”
Àquelas palavras, todos os arúspices e pontífices dos templos estremeceram, e instigaram o povo à sedição. Todos gritam: “Abaixo a feiticeira, que muda opiniões e transtorna!” O prefeito diante de tão grandes maravilhas, ficou estupefato. Mas temia a proscrição, no caso de agir contra os pontífices e defender Inês contra a sua própria sentença. Assim, tristemente, deixando no seu lugar o substituto, afastou-se. O substituto, chamado Aspásio, mandando que se acendesse uma grande fogueira, a ela atirou a santa. Mas as chamas, afastando-se para um lado e outro, queimaram vários dos espectadores. Inês, de braços estendidos, abençoava a Deus pelas suas maravilhas, quando o fogo se apagou de súbito. Os pagãos mais ainda bradavam contra a feitiçaria. O substituto, não encontrando outro meio para apaziguar os ânimos enfurecidos, deixou que a santa morresse pelo gládio.
(Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume II, p. 73 à 77)

Fonte: templariodemaria.com.br


sábado, 11 de janeiro de 2020



Levando em consideração os princípios e doutrinas do Evangelho de Cristo, será que sou um verdadeiro cristão ?

1. Ele honra o nome de Cristo que tomou sobre si

Dizer-se cristão é uma afirmação que implica em grande responsabilidade. Um bom cristão precisa preocupar-se com o exemplo que dá.

2. Dá a devida importância às palavras de Cristo e às de quem Ele enviou

Um bom cristão não ignora os mandamentos, não menospreza os ensinamentos de Cristo e quer imitar seu exemplo. Ele preocupa-se em dar ouvido aos verdadeiros profetas que Ele enviou, como porta-voz da Sua vontade para a humanidade, não os rejeita, tampouco sua mensagem. Por isso, procura ler diariamente as escrituras sagradas, para saber o que se espera dele e fica atento à voz daqueles que Ele enviou.

3. Busca compreender a natureza da deidade

O verdadeiro cristão tenta compreender a natureza do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ele busca discernimento por oração e jejum, porque quer conhecê-Los como realmente são. Ele não quer se deixar enganar. Ele não se contenta com nada além da verdade.

4. Abandona os hábitos, costumes e tradições do mundo

O cristão de verdade não se deleita na iniquidade. Ele procura ter hábitos saudáveis e costumes louváveis. Ele não se deixa levar por tradições que vão de encontro aos ensinamentos de Cristo. Pacificamente, ele recusa qualquer oferta que lhe afastará do caminho da salvação.

5. Busca uma mudança de coração

O verdadeiro cristianismo requer uma mudança de atitude, a conversão do indivíduo. A verdadeira conversão vem de dentro para fora e não de fora para dentro. O cristão muda de atitude e de coração. Não é algo somente exterior. Ele reconhece seus erros e muda por si mesmo, em vez de mudar por estar sendo pressionado a fazê-lo.

6. Retorna imediatamente ao caminho reto, caso tenha uma recaída

Um bom cristão pode se enfraquecer e cair. Mas ele não se dará por vencido. Antes, levanta-se rapidamente e busca corrigir seus erros e retornar ao caminho.

7. Apascenta as ovelhas

Um cristão que realmente ama Cristo atende ao seu chamado “Apascenta as minhas ovelhas.” João 21:16. Ele olha para o lado e procura aqueles que precisam ser apascentados, seja na igreja, no trabalho, na escola, na vizinhança, na família, onde quer que estejam.

8. Pratica a religião pura

Cristo admoestou: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” Mateus 7:21. O Evangelho de Jesus Cristo é um Evangelho de ação. O cristão sabe disso e esforça-se para guardar todos os mandamentos.

9. Busca ser humilde

Ele não se sente superior aos demais, por ter encontrado o caminho. Pelo contrário, sente-se responsável pelo que sabe e deseja que todos tenham as mesmas bênçãos que ele tem.

10. Ama como Cristo amou

Ele leva a sério a escritura que diz “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” João 13:35. Ele não tem inimigos. Em vez disso, esforça-se por colocar em prática o ensinamento de Cristo que diz: “Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem.” Mateus 5:44.

11. Exerce fé

É fiel ao Senhor mesmo em meio às mais terríveis tribulações. Ele sente que tudo pode "em Cristo que [o] fortalece”. Filipenses 4:13. Além disso, ele sabe que a fé sem obras é morta e que “pelas obras [sua] fé [é] aperfeiçoada.” Tiago 2:22.

12. Tem paciência

Um cristão de verdade sabe esperar. Não desiste de prosseguir pelo caminho estreito e apertado. Ele segue a admoestação de Tiago:“Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima”. Tiago 5:8.

13. É pacífico

Um bom cristão não critica aqueles que pensam ou creem em algo diferente. Não é preconceituoso, não persegue, não se mete em brigas de qualquer tipo, tampouco apoia tais condutas. Pois ele que sabe que “bem-aventurados [são] os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.” Mateus 5:9.

14. Perdoa

Um homem cristão sabe que perdoar seu próximo é fundamental para que ele possa receber perdão para seus próprios pecados. É a condição estabelecida pelo Pai. Ele deve perdoar tantas vezes quantas forem necessárias, conforme registrado em Mateus 18:21-22.

15. Persevera até o fim

Esse é o objetivo de um bom cristão. Ele não desiste na metade do caminho, pois sabe que “aquele que perseverar até ao fim será salvo.” Mateus 24:13.

Estes são alguns atributos e atitudes de um verdadeiro seguidor de Cristo. O segredo está em praticar aquilo que se aprende. Não é uma missão impossível, porém requer esforço, ânimo e disciplina.

Isso é, com certeza, o que Cristo espera de nós. Ele mesmo disse“Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus”. Mateus 5:48.

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domingo, 8 de dezembro de 2019



Nossa Senhora da Imaculada Conceição é uma representação que nos foi trazida desde que a Igreja tomou a consciência de que Maria “Cumulada de graça” já havia sido redimida do pecado desde sua concepção.
“Por uma graça e favor singular de Deus onipotente e em previsão dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, a bem-aventurada Virgem Maria foi preservada intacta de toda a mancha do pecado original no primeiro instante da sua conceição”. (Proclamação do Papa Pio IX em 1854).
Nossa Senhora da Imaculada conceição não se refere apenas à Concepção de Jesus, porém, a própria concepção de Maria, que foi concebida sem pecado, sendo ela preservada pela onipotência de Deus.
Mesmo assim durante muito tempo a Igreja tinha certa dificuldade para aceitar o mistério da Imaculada Conceição, mas no ano de 1304 o Papa Bento XI que reuniu na universidade de Paris uma assembleia de importantes doutores em teologia para botar um fim nas questões em torno da Virgem da Imaculada Conceição.
Após muitos estudos o Franciscano João Duns Escoto solucionou as questões demonstrando que era a vontade de Deus a preservação de Maria do pecado original, devido ao destino de Nossa Senhora se tornar a mãe de seu filho jesus Cristo. E isso só era possível, pois, Deus é onipotente.
Em 8 de dezembro de 1854 pela bula Ineffabilis Deus o Papa Pio IX declarou oficialmente como dogma: “Maria isenta do pecado original”.

Fonte: www.nossasagradafamilia.com.br


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