segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Neste sábado dia 06 de dezembro vai acontecer na Paróquia Sant'Ana em São Miguel - SP o 1º Eskenta Juventude, um evento realizado pela Missão Nova Visão para renovar o Espírito de todos, com o carisma de São Francisco de Assís de levar o amor de Deus com muita alegria e louvor teremos diversas atrações para toda a família, iniciarem os às 15h00 com um filme no telão e pipoca pra todos, teremos partilha do filme, aquecimento com a Banda Ello06, muito Louvor com Bandas, DJ, Apresentações e Adoração, você não pode perder esta oportunidade !




A palavra “advento” tem origem latina e significa “chegada”, “aproximação”, “vinda”. No Ano Litúrgico, o Advento é um tempo de preparação para a segunda maior festa cristã: o Natal do Senhor. Neste tempo, celebramos duas verdades de nossa fé: a primeira vinda (o nascimento de Jesus em Belém) e a segunda vinda de Jesus (a Parusia). Assim, a Igreja comemora a vinda do Filho de Deus entre os homens (aspecto histórico) e vive aalegre expectativa da segunda vinda d’Ele, em poder e glória, em dia e hora desconhecidos (aspecto escatológico). 
Como se estrutura o Tempo do Advento
O tempo do Advento não tem um número fixo de dias e depende sempre da solenidade do Natal. Ele começa na tarde (1ª Vésperas) do primeiro domingo após a Solenidade de Cristo Rei e se desenvolve até o momento anterior à tarde (1ª Vésperas) do Natal. Ele possui quatro semanas e, por isso, quatro domingos celebrativos. O terceiro domingo do Advento é chamado de domingo da alegria (gaudete, em latim) por causa da antífona de entrada da missa (Alegrai-vos sempre no Senhor), mostrando a alegria da proximidade da celebração do Natal. O tempo do Advento se divide em duas partes. A primeira, que vai até o dia 16 de dezembro, é marcada pela espera alegre da segunda vinda de Jesus. A segunda, os dias que antecedem o Natal, se destaca pela recordação sobre o nascimento de Jesus em Belém.

As figuras Bíblicas principais do Advento
Dois personagens bíblicos ganham destaque na celebração do Advento: Maria e João Batista. Ela porque foi escolhida por Deus para ser a mãe do Salvador, e ele porque foi vocacionado a ser o precursor do Messias. Ela se torna modelo do coração que sabe acolher a Palavra e gerar Jesus. Ele se torna modelo de uma vida que sabe esperar nas promessas de Deus e agir anunciando e preparando a chegada da salvação. Em ambos se manifesta a realização da esperança messiânica judaica e o anúncio da plenitude dos tempos.

“Atentos e vigilantes”
A espiritualidade do Advento é marcada por algumas atitudes básicas: a preparação para receber o Cristo; a oração e a vivência da esperança cristã. A preparação para receber o Senhor se dá na vivência da conversão e da ascese. Precisamos ter um olhar atento sobre nós e a realidade que nos cerca e nos empenharmos para correspondermos com a ação do Espírito de Deus que quer restaurar todas as coisas. O nosso relacionamento com o nosso corpo e os nossos afetos, com nossos familiares e pessoas íntimas, nossa participação na vida eclesial e social devem estar no foco de nossa atenção. A preparação para celebrar o Natal demanda uma confissão sacramental bem feita e um propósito firme de renovação interior.

“Orai a todo momento”
Este tempo é marcado por uma vivência mais profunda da vida de oração. A leitura orante deste período nos coloca em contato com as profecias de salvação do Antigo Testamento, com a expectativa que os cristãos da Igreja primitiva tinham da Parusia e com os eventos principais que antecederam o nascimento de Jesus. A recordação dos eventos que antecederam a primeira vinda de Cristo se torna a base da preparação da Igreja para o novo Advento do Senhor. A Santa Missa e a Liturgia das Horas são os principais momentos celebrativos. Os exercícios de piedade, como a oração e a meditação dos mistérios gozosos do Rosário, a oração do Angelus Domini e a Novena de Natal podem ser um caminho feliz para a vivência da oração comunitária neste tempo.

“Para ficardes em pé diante do Filho do Homem”
Cada um de nós, apesar do pecado e do mal que nos cerca, deve desejar sempre mais a felicidade, aceitando que, em última análise, ela é o Reino dos Céus, a vivência em comunhão plena e eterna com Deus. Para isto é necessário vivermos dirigindo nossa vida para esta meta, colocando nossas forças no socorro da graça do Espírito Santo. Deus já nos criou desejando a felicidade. Contudo, por causa do pecado, vamos procurando nas criaturas aquela completude que só pode ser vivida na comunhão com o Criador. O Advento nos propõe entendermos todas as coisas na sua relação com Deus e usarmos elas como meios de estarmos com Ele, colocando nossa esperança nas realidades que não passam

Fonte: http://arqrio.org


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A palavra de São Paulo é parâmetro para muitas decisões que precisamos tomar: “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”. Gosto muito desta passagem bíblica, porque ela me coloca num lugar onde eu creio que Deus quer que eu esteja: em minha liberdade de escolha! Posso tudo, tudo me é permitido, mas nem tudo me convém. Mas o que me convém?

Convém que minhas escolhas traduzam o que trago de verdade, de anseio e valores. Quando escolho algo, preciso estar atento àquela escolha, pois ela será uma tentativa de definição, de identificação. Aí, deparo-me com várias possibilidades de escolha e entro numa boa questão: como católico, o que me é permitido ler? Tudo, pois o fato de ser católico não tira a minha liberdade dada por Deus. Mas tudo que lemos nos convêm? Aqui, há um critério muito bom para fazer uma escolha: será que aquilo que estamos lendo ou querendo ler diz de nós, daquilo em que acreditamos?
Quantas vezes lemos o que não acreditamos, mas que é preciso para que saibamos? Estamos errados? Acredito que tudo parte de sua postura e motivação interior. Quantos conteúdos acadêmicos precisamos ler e que bate de frente com nossa fé? Nesta hora, é preciso prudência e atenção. Leia, estude, compreenda e, assim, confronte esse conteúdo com sua fé e deixe que ela o convença da verdade. A Igreja sempre nos dá a resposta acertada. Busque-a!
Mas aqui entra um questionamento: leituras de livros obscenos, livros de espiritualidade que batem de frente com a nossa fé, convém que sejam lidos?
Antes de responder, é preciso entender: Por que você deseja ler esses livros? Quais têm sido suas motivações? Ao se deparar com as respostas, você perceberá que não são desejos nobres nem mesmo motivações coerentes; você entrará numa confusão e sairá muito “atrapalhado das ideias”! Purifique os motivos e sua ação será mais acertada com aquilo que, de fato, seu coração merece!
O que o católico pode ou não pode ler? Não gosto de dar respostas acabadas a perguntas assim, pois para mim esta pergunta traz um mundo de motivos, e estes precisam ser conhecidos, pois mostram o caminho que desejo trilhar. Se não entendermos nossas motivações interiores, não daremos passos acertados! Lembre-se: “ Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”.
Tamu junto!

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domingo, 2 de novembro de 2014

Francisco afirmou que o homem está destinado a uma vida sem limites, que tem a sua raiz e a sua realização em Deus

No Angelus deste domingo, 2, o Papa Francisco destacou que a celebração de finados e a Solenidade de Todos os Santos, celebrada neste sábado, são duas ocorrências intimamente ligadas entre si, do mesmo modo que a alegria e as lágrimas encontram em Jesus uma síntese que é o fundamento da nossa fé e da nossa esperança:
“Por um lado a Igreja, peregrina na história, se alegra com a intercessão dos santos e beatos que a apoiam na sua missão de anunciar o Evangelho, e por outro lado ela, como Jesus, partilha as lágrimas daqueles que sofrem a separação dos seus entes queridos e, como Ele e com Ele, eleva o seu agradecimento ao Pai que nos libertou do domínio do pecado e da morte”.
Francisco explicou que o cemitério é um “lugar de repouso”, à espera do despertar final, e foi o próprio Jesus que revelou que a morte do corpo é como um sono do qual ele nos desperta. “É, pois, com esta fé que devemos olhar para os túmulos dos nossos entes queridos, daqueles que nos amaram e nos fizeram algum bem”, afirmou.
O Santo Padre disse que hoje os fiéis são chamados a recordar a todos, mesmo aqueles que ninguém se lembra. “Recordemos as vítimas da guerra e da violência; tantos ‘pequenos’ do mundo esmagados pela fome e pela pobreza. Recordemos os irmãos e as irmãs mortos por serem cristãos; e aqueles que sacrificaram a vida para servir aos outros. Confiemos ao Senhor especialmente aqueles que nos deixaram ao longo do último ano”.
A tradição da Igreja sempre exortou os fiéis a rezarem pelos falecidos, em particular, com o oferecimento de uma Missa, explicou o Papa. Segundo ele, a Celebração Eucarística é a melhor ajuda espiritual para dar às almas, especialmente às mais abandonadas.
E destacou que o fundamento desta oração pelos defuntos está na comunhão do Corpo Místico pois, como diz o Concílio Vaticano II, “a Igreja peregrina sobre a terra, bem ciente desta comunhão de todo o corpo místico de Jesus Cristo, desde os primeiros tempos da religião cristã, tem honrado com grande piedade a memória dos mortos”.

“A memória dos defuntos, o cuidado pelas sepulturas e os sufrágios são o testemunho de confiante esperança, enraizada na certeza de que a morte não é a última palavra sobre o destino do ser humano, porque o homem está destinado a uma vida sem limites, que tem a sua raiz e a sua realização em Deus”.
Em seguida, Francisco fez uma oração pelos falecidos:
“Deus de infinita misericórdia, confiamos à tua imensa bondade aqueles que deixaram este mundo para a eternidade, onde Tu aguardas toda a humanidade redimida pelo sangue precioso de Cristo Teu Filho, morto para nos libertar dos nossos pecados.
Não olhes, Senhor, para as tantas pobrezas e misérias e fraquezas humanas quando nos apresentarmos diante do Teu tribunal, para sermos julgados, para a felicidade ou a condenação.
Dirige para nós o teu olhar misericordioso que nasce da ternura do teu coração, e ajuda-nos a caminhar na estrada e uma completa purificação. Não se perca nenhum dos teus filhos no fogo eterno do inferno onde já não poderá haver arrependimento.
Te confiamos, Senhor, as almas dos nossos entes queridos, das pessoas que morreram sem o conforto sacramental, ou não tiveram ocasião de se arrepender nem mesmo no fim da sua vida. Que nenhum tenha receio de te encontrar depois da peregrinação terrena, na esperança de sermos recebidos nos braços da tua infinita misericórdia.
Que a irmã morte corporal nos encontre vigilantes na oração e carregados de todo o bem realizado ao longo da nossa breve ou longa existência. Senhor, nada nos afaste de Ti nesta terra, mas tudo e todos nos apoiem no ardente desejo de repousar serena e eternamente em Ti. Amem”.
O Santo Padre concluiu sua reflexão convidando os presentes a se voltarem para a Virgem Maria, que sofreu sob a cruz o drama da morte de Cristo e participou depois na alegria da sua ressurreição, pedindo sua ajuda nessa peregrinação cotidiana aqui na terra, para não perderem de vista a meta última da vida, que é o Paraíso.

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