sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A palavra de São Paulo é parâmetro para muitas decisões que precisamos tomar: “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”. Gosto muito desta passagem bíblica, porque ela me coloca num lugar onde eu creio que Deus quer que eu esteja: em minha liberdade de escolha! Posso tudo, tudo me é permitido, mas nem tudo me convém. Mas o que me convém?

Convém que minhas escolhas traduzam o que trago de verdade, de anseio e valores. Quando escolho algo, preciso estar atento àquela escolha, pois ela será uma tentativa de definição, de identificação. Aí, deparo-me com várias possibilidades de escolha e entro numa boa questão: como católico, o que me é permitido ler? Tudo, pois o fato de ser católico não tira a minha liberdade dada por Deus. Mas tudo que lemos nos convêm? Aqui, há um critério muito bom para fazer uma escolha: será que aquilo que estamos lendo ou querendo ler diz de nós, daquilo em que acreditamos?
Quantas vezes lemos o que não acreditamos, mas que é preciso para que saibamos? Estamos errados? Acredito que tudo parte de sua postura e motivação interior. Quantos conteúdos acadêmicos precisamos ler e que bate de frente com nossa fé? Nesta hora, é preciso prudência e atenção. Leia, estude, compreenda e, assim, confronte esse conteúdo com sua fé e deixe que ela o convença da verdade. A Igreja sempre nos dá a resposta acertada. Busque-a!
Mas aqui entra um questionamento: leituras de livros obscenos, livros de espiritualidade que batem de frente com a nossa fé, convém que sejam lidos?
Antes de responder, é preciso entender: Por que você deseja ler esses livros? Quais têm sido suas motivações? Ao se deparar com as respostas, você perceberá que não são desejos nobres nem mesmo motivações coerentes; você entrará numa confusão e sairá muito “atrapalhado das ideias”! Purifique os motivos e sua ação será mais acertada com aquilo que, de fato, seu coração merece!
O que o católico pode ou não pode ler? Não gosto de dar respostas acabadas a perguntas assim, pois para mim esta pergunta traz um mundo de motivos, e estes precisam ser conhecidos, pois mostram o caminho que desejo trilhar. Se não entendermos nossas motivações interiores, não daremos passos acertados! Lembre-se: “ Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”.
Tamu junto!

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domingo, 2 de novembro de 2014

Francisco afirmou que o homem está destinado a uma vida sem limites, que tem a sua raiz e a sua realização em Deus

No Angelus deste domingo, 2, o Papa Francisco destacou que a celebração de finados e a Solenidade de Todos os Santos, celebrada neste sábado, são duas ocorrências intimamente ligadas entre si, do mesmo modo que a alegria e as lágrimas encontram em Jesus uma síntese que é o fundamento da nossa fé e da nossa esperança:
“Por um lado a Igreja, peregrina na história, se alegra com a intercessão dos santos e beatos que a apoiam na sua missão de anunciar o Evangelho, e por outro lado ela, como Jesus, partilha as lágrimas daqueles que sofrem a separação dos seus entes queridos e, como Ele e com Ele, eleva o seu agradecimento ao Pai que nos libertou do domínio do pecado e da morte”.
Francisco explicou que o cemitério é um “lugar de repouso”, à espera do despertar final, e foi o próprio Jesus que revelou que a morte do corpo é como um sono do qual ele nos desperta. “É, pois, com esta fé que devemos olhar para os túmulos dos nossos entes queridos, daqueles que nos amaram e nos fizeram algum bem”, afirmou.
O Santo Padre disse que hoje os fiéis são chamados a recordar a todos, mesmo aqueles que ninguém se lembra. “Recordemos as vítimas da guerra e da violência; tantos ‘pequenos’ do mundo esmagados pela fome e pela pobreza. Recordemos os irmãos e as irmãs mortos por serem cristãos; e aqueles que sacrificaram a vida para servir aos outros. Confiemos ao Senhor especialmente aqueles que nos deixaram ao longo do último ano”.
A tradição da Igreja sempre exortou os fiéis a rezarem pelos falecidos, em particular, com o oferecimento de uma Missa, explicou o Papa. Segundo ele, a Celebração Eucarística é a melhor ajuda espiritual para dar às almas, especialmente às mais abandonadas.
E destacou que o fundamento desta oração pelos defuntos está na comunhão do Corpo Místico pois, como diz o Concílio Vaticano II, “a Igreja peregrina sobre a terra, bem ciente desta comunhão de todo o corpo místico de Jesus Cristo, desde os primeiros tempos da religião cristã, tem honrado com grande piedade a memória dos mortos”.

“A memória dos defuntos, o cuidado pelas sepulturas e os sufrágios são o testemunho de confiante esperança, enraizada na certeza de que a morte não é a última palavra sobre o destino do ser humano, porque o homem está destinado a uma vida sem limites, que tem a sua raiz e a sua realização em Deus”.
Em seguida, Francisco fez uma oração pelos falecidos:
“Deus de infinita misericórdia, confiamos à tua imensa bondade aqueles que deixaram este mundo para a eternidade, onde Tu aguardas toda a humanidade redimida pelo sangue precioso de Cristo Teu Filho, morto para nos libertar dos nossos pecados.
Não olhes, Senhor, para as tantas pobrezas e misérias e fraquezas humanas quando nos apresentarmos diante do Teu tribunal, para sermos julgados, para a felicidade ou a condenação.
Dirige para nós o teu olhar misericordioso que nasce da ternura do teu coração, e ajuda-nos a caminhar na estrada e uma completa purificação. Não se perca nenhum dos teus filhos no fogo eterno do inferno onde já não poderá haver arrependimento.
Te confiamos, Senhor, as almas dos nossos entes queridos, das pessoas que morreram sem o conforto sacramental, ou não tiveram ocasião de se arrepender nem mesmo no fim da sua vida. Que nenhum tenha receio de te encontrar depois da peregrinação terrena, na esperança de sermos recebidos nos braços da tua infinita misericórdia.
Que a irmã morte corporal nos encontre vigilantes na oração e carregados de todo o bem realizado ao longo da nossa breve ou longa existência. Senhor, nada nos afaste de Ti nesta terra, mas tudo e todos nos apoiem no ardente desejo de repousar serena e eternamente em Ti. Amem”.
O Santo Padre concluiu sua reflexão convidando os presentes a se voltarem para a Virgem Maria, que sofreu sob a cruz o drama da morte de Cristo e participou depois na alegria da sua ressurreição, pedindo sua ajuda nessa peregrinação cotidiana aqui na terra, para não perderem de vista a meta última da vida, que é o Paraíso.

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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Não Percam !!!




quinta-feira, 28 de agosto de 2014


Eu quero convidar você para abrir a Palavra de Deus em: 

Marcos 12,41-44

Jesus que estava ali diante daquele cofre, Ele não estava de olho no cofre e sim na intenção de cada coração.

Deus derrama o seu Espírito, e o que você deve fazer para receber de Deus aquilo que você tanto precisa. Dua coisas é necessária, a primeira coisa é pedir, porque é dom de Deus, segundo, retidão de coração. O que é ter coração reto. É ter intenções puras, porque as pessoas veem por fora mas Deus ve o coração.

Jesus viu que muitos que davam dinheiro, não era porque era generoso, mas para serem visto como alguém bondoso, e se queria aparecer, já recebeu porque era apenas aparecer diante das pessoas.
Mas aquela mulher estava tirando da pobreza dela, ela não estava dando as moedas , mas colocando a confiança dela, estava colocando de si mesma. Quando você ajuda é porque você confia.

Ali no templo ela estava dizendo: a minha confiança não está nas coisas que eu possuo, mas esta em ti meu Deus.

Se você estiver dando o dinheiro sem dá amor, esta atitude é deplorável, e se damos com arrogância a pessoa nem quer, muitas vezes a pessoa que recebeu ela passa o dinheiro para frente.

A gente não dá apenas um prato de comida, ou dinheiro, você dá um pouco de si, e aí você experimenta a palavra que diz: “Há mais alegria em dar do que receber.”

Você pode pegar um pouco do seu tempo e dar para alguem que precisa de você. Talvez num orfanato, ou para uma pessoa que está sozinho. Porque há mais alegria em dar que receber, e não pense que é fácil, porque para dar é preciso renunciar a si mesmo. É preciso abrir mão de algumas coisas, como um passeio, para dar tempo aos seus filhos, ou para o seu marido.

E custa a gente se dar, mas quando a gente se dá, estamos construindo o coração do outro, estamos construindo relacionamentos. E isso é o que vale a pena. E se o que você está dando está construindo os relacionamentos entre as pessoas, isso sim vale a pena, porque as outras coisas, tudo passa.

Se dar é renunciar, é mortificar-se. Quando eu me dou no que é que este julgo está me unindo. Ao jugo da caridade. A sua mortificação é o julgo que te une a Deus.

Você se doar, é abraçar a cruz de Jesus, o jugo da cruz é o jugo do sacrifício, e Deus se entregou, se sacrificou por amor a você, porque Ele é seu amigo.

Quando eu me uno a Jesus na cruz, eu participo também da sua gloria. É mortificar-me por amor a Jesus, por amor dos meus irmãos.

Este jugo é um morrer para o pecado e estar unindo-me a Deus. Morre o homem desgastado, para ser um homem novo, uma mulher nova.
É de homens novos que Deus precisa para formar um mundo novo. E Deus está agindo em você para formar através de você uma família nova. Deus há de fazer da sua família, uma família nova.



Márcio Mendes
Comunidade Canção Nova


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